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]]>A primeira coisa que fiz foi comprar o guia “Londres em 4 dias – roteiros e dicas” para ir tendo uma ideia básica do que fazer. Depois fui fuçando a fundo os posts.

Fiquei uma semana com minha namorada em abril de 2014 em Londres e acho que foi pouco. Daria para ficar um mês e sempre ter algo para fazer. O problema seria depois como pagar o cartão de crédito.
Hotel
Acho que foi na escolha do hotel que gastei mais tempo de pesquisa entre site, blog, reviews de usuários e etc. É tanta opção que fica difícilimo escolher um. Acabamos ficando no Qbic Hotel em Shoreditch, pertinho da estação Aldgate East. O hotel é lindo, bastante original, com decoração incrível, restaurante delicioso e um ar bastante jovem.

Chegando no aeroporto e se deslocando pela cidade
Sair de Heathrow foi a coisa mais fácil. Estava com medo de me confundir com o Oyster card, mas felizmente o metrô londrino coloca vários funcionários ali para ajudar quem não sabe nada. Um funcionário muito simpático me explicou tudo e logo estávamos no “tube”. Mind the gap, please!

Usei muito o aplicativo Tube Map, que funciona também offline, e cheguei fácil ao hotel. Tive que fazer apenas uma conexão. Fizemos todos nossos deslocamentos pelo metrô, que é super fácil e prático. Usamos o ônibus double decker uma vez só, mas só porque estávamos curiosos para andar nele. Detalhe que o busão também aceita o Oyster Card.

Feiras e mais feiras
Nos primeiros dias em Londres acho que visitamos todas as feiras possíveis. Feira de Brick Lane, de Portobello Road, Borough Market, Camden Town. Uma mais incrível que a outra. Só achei Camden excessivamente turístico, mas tem por ali um canalzinho de rio lindo (o Regent’s Canal) que percorremos, valendo todo o passeio.

Particularmente gostei muito da de Portobello Road, com suas casinhas lindas que parecem ter saído de um filme. Bem no fim da feira, embaixo de um viaduto, havia um lugar com apresentação de bandas e muita comida. Ficamos boa parte do nosso domingo ali, comendo coisas do Paquistão, México ou Noruega, e imaginando se alguma daquelas bandas podiam ficar famosas um dia.

Uma coisa para qual não estava preparado era a quantidade de gente nelas. Fui no feriado da páscoa e estava lotado. Tem que respirar fundo e tomar aquela dose extra de paciência para aproveitar. Não vamos nos estressar justo nas férias, não é mesmo.
O básico
Fomos ver a troca da guarda, nos impressionamos pelo Big Ben, pela Torre de Londres e pelos museus que visitamos, em especial o Victoria and Albert e o Tate Modern, onde justo na hora que estávamos foi evacuado por uma ameaça de incêndio na cafeteria! Por mais que todo mundo diga não imaginávamos que todos seriam tão grandiosos. Deixamos de ir em vários porque simplesmente não tivemos tempo.

Tours
Como também tenho alguns tours em Buenos Aires, estava muito curioso em conhecer alguns em Londres. Fizemos três no total e valeu cada centavo investido. O mais surpreendente foi o Pub Crawl com o Rafael, anunciado aqui no blog. É um passeio de quatro horas por pubs históricos e lindíssimos, no meio de muitos goles de cerveja e histórias muito interessantes.

Em dos pubs que passamos, chamado Blackfriar, vi um dos maiores hamburgueres da minha vida. Acabou que voltei lá no dia seguinte para devorar.
Também fizemos outros dois passeios em inglês, um sobre o Jack Estripador, que era bem pertinho do nosso hotel, e outro dos Beatles, onde pudemos pagar aquele mico básico e tirar a foto em Abbey Road.

Comida e bebida
Quem diz que a comida de Londres é ruim andou indo comer em lugar errado. A comida lá é cara, mas muito boa. O melhor lugar que fomos foi o Dishoom, em Shoreditch, cotado como um dos melhores restaurantes da cidade. Ele tem uma decoração indiana que por si só vale a visita. A comida então é sensacional. Foi o ponto alto gastronômico de nossa viagem.
Também provamos o tal English Breakfast, que é estranho mas gostoso. Além de muita comida de rua nas feiras e o belo e gigante hambúrguer do pub Blackfriar. E claro, o amigo Tesco! Compramos muita coisa no supermercado para comer no hotel e economizar.

Compras
Sou muito fã da marca New Balance e rodei boa parte de Londres para tentar achar um modelo em conta. Impossível. Tinha em praticamente todas as lojas, mas todos bem acima do preço. Minha namorada aproveitou muito as lojas da Oxford Street, que estavam muito lotadas. Um dia ela acordou bem cedo e esperou a loja abrir para poder comprar em paz. A Primark é a principal, mas a H&M e a Forever 21 também tinham precitos camaradas.
Conclusão?
Quero morar em Londres! Quando posso me mudar???
Texto e fotos: Túlio Bragança
O Túlio fez o Pub Crawl a convite do Londres para Principiantes
Leia também:
O que fazer em Londres em 7 dias
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]]>Publicado em: 4 de abril de 2014
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Em se tratando de Londres, duas atrações são impossíveis de não visitar: estamos falando da London Eye e do Museu de Cera Madame Tussauds. Então, vou contar como foi minha experiência ao comprar o combo das duas atrações na minha estadia em Londres, agora em Março de 2014.
Antes de sair do Brasil, três dias antes, resolvi comprar o combo pela internet. Escolhi comprar pelo site do Madame Tussauds porque eu tinha que escolher a data e a hora para usar o ticket da atração, então preferi deixar a London Eye sem horário definido.

A realização da compra é fácil, rápida e com as burocracias normais de uma aquisição pela internet. Assim, quando terminei os trâmites recebi um email da atração informando os dados e confirmando a realização da transação com sucesso.
No dia programado, cheguei ao museu no horário e lá recebi um ticket de reserva para ser utilizado na London Eye até 30 dias da data da ida ao Madame Tussauds.

Após a experiência, posso dizer que foi um passeio que me surpreendeu. Não tinha lido muito a respeito do museu e foi uma sorte, pois tornou o passeio mais emocionante. Sim, encontrei todos os bonecos de cera dos queridinhos da música, do esporte, dos filmes, e lógico, da família real.

Entretanto, o passeio não é só isso, após os bonecos vem uma parte sombria estilo casa mal-assombrada, que vou confessar a vocês deixei passar, pois sou um tiquinho medrosa, mas aproveitei para saber mais sobre o processo de realização dos bonecos e após isso, um belo passeio sentada numa imitação dos Black cab (táxi londrino) nos leva a percorrer o espírito londrino.

Saí do espírito londrino extasiada com a história para entrar no mundo Marvel. Este foi o momento dos heróis, do Hulk gigantesco, do Wolverine e de uma explicação sobre os heróis ministrada por um cara simpático e caracterizado de “Dr. Doido”.
A introdução oral sobre os heróis termina em uma sala enorme para assistir uma animação em 4D, muito boa por sinal. Me senti adolescente novamente, vibrando pelos heróis e rindo dos efeitos de uma sala em 4D.

A película finaliza a parte do entretenimento do museu e daí vem a sala dos souvenirs com várias opções de bonecos dos heróis (o Homem-aranha foi o escolhido para trazer de lembrança para meu filho) e itens como camisetas, canecas, chaveiros e outros relacionados ao museu.

Com o ticket da reserva pego no Madame Tussaud, no outro dia fui a London Eye. O ticket é apenas uma reseva, o que necessita que você se dirija ao local de compra dos tickets para atração e pegue o verdadeiro ticket de entrada para o London Eye.

A fila não estava cheia e com o ticket em mãos, fui realizar o sonho de ver Londres de cima. As pesquisas que diziam que a roda não para e você tem que entrar com ela em movimento são verdadeiras. Mas, não é nada radical, o movimento não é rápido o suficiente para provocar uma queda, porém é bom ser cuidadoso.

A cabine da London Eye é super segura, grande e por não está muito cheia tive várias oportunidades e vários ângulos para testar a câmera em 360°. Eu estava viajando sozinha, então, a boa e velha selfie reinou e a sorte de ficar na frente do Big Ben nas imagens também.
É lindo e uma experiência incrível, ver Londres das cabines da London Eye, apesar do passeio ser um pouco longo me diverti, tirei milhares de fotos e ainda me sentei em um dos bancos que existem dentro da cabine para apreciar a vista com calma.

As duas atrações (combo) com as taxas custaram £39,96, mas como paguei com cartão de crédito os valores foram em dólares, custando US$ 71,35 por conta do IOF cobrado pelas operadoras (US$ 67,08 foi o valor sem IOF). Veja o valor na data da sua viagem aqui.
O valor em reais só foi computado após o fechamento da fatura do cartão e a cotação do dólar utilizada foi a do dia 31/03/2014, que foi R$ 2,28 cada dólar. O resultado dessas flutuações cambiais foi um combo Madame Tussaud/London Eye por R$ 162,67 (com IOF).
Texto e fotos: Patrícia Silva
Se você também quiser enviar sua resenha de hotel, ou relato sobre um passeio que gostou muito, entre em contato clicando aqui.
Leia também:
Guia Londres em 4 dias: roteiros e dicas
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]]>Dei sorte de, durante a minha visita a Londres, acontecer um jogo da seleção inglesa – contra a Moldávia, pelas Eliminatórias para a Copa de 2014. Então ao invés de fazer o passeio guiado pelo estádio (que está no The London Pass e costuma ser muito elogiado), preferi ver Wembley “em ação”.
E foi uma experiência perfeita. A começar pela compra do ingresso – feita online, semanas antes do jogo, no site de ingressos da federação inglesa. Tudo muito rápido e cômodo. Optei por retirar meu ingresso no dia da partida, o que fiz sem problemas: o jogo começava às 20 horas e eu cheguei no estádio às 17, assim conseguindo pegar o ingresso sem filas. Os lugares são marcados e o acesso é facílimo, o que dispensa a necessidade de chegar antes para evitar tumultos. Dois ingressos, na região central do estádio, já considerando todas as taxas, me custaram 92,50 libras.
O acesso ao estádio se faz pela estação Wembley Park do metrô, que está nas linhas Jubilee e Metropolitan. A dica que eu dou para quem vem do centro é pegar a Metropolitan, pelo fato de ela não fazer tantas paradas quanto a Jubilee. Do metrô até o estádio são cerca de 100 metros, e na saída da estação já se tem uma linda visão. Para quem gosta de futebol, é um passeio imperdível.
Texto e fotos: Olavo Soares.
Olavo Soares é jornalista e escreve no www.escanteiocurto.blogspot.
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E para você que não terá a mesma sorte do Olavo de presenciar um jogo em Wembley, mas quer conhecer de perto o famoso estádio, falamos neste post sobre a visita guiada no estádio.
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]]>Em Baker Street, no icônico endereço (221b), o museu Sherlock Holmes é montado em uma típica casa da era vitoriana, época que engloba grande parte do século XIX.

A casa foi construída em 1815 e é listada pelo patrimônio britânico como local de interesse histórico e arquitetônico. No período entre 1860 e 1934, funcionou no local uma pensão e assim a casa representa uma autêntica pensão vitoriana, justamente como descrito nos livros de Connan Doyle.
O museu foi inaugurado em 1990 e é bem pequeno. Você não levará muito mais de 30 minutos para visitar os três andares da casa.

A decoração dos cômodos é tradicional e encantadora, e você não somente verá de perto como supostamente viveu o famoso detetive, mas também encontrará alguns de seus contemporâneos, entre eles seu arqui inimigo, Moriarty, em bonecos de cera.
Para comprar o ingresso, você se dirige à lojinha de souvenir e depois é só aguardar em uma fila (que não estava grande no dia em que visitamos) para a próxima entrada. Não são vendidos ingressos online.
Clique aqui para ler sobre a série Sherlock e outras séries de TV britânicas

Quando o grupo anterior termina a visita, você é convidado a entrar por um porteiro vestido a caráter que não tem o menor problema em tirar fotos com você.
No primeiro andar, estão os cômodos mais interessantes em que são reproduzidos detalhes de como teria sido a sala/escritório onde Sherlock Holmes de Dr Watson trabalhavam e o pequeno quarto onde o detetive dormia.

Um funcionário, também vestido à caráter, oferece explicações sobre o local e depois é possível fotografar à vontade. Ele nos explica que todos os objetos em exposição são autênticos da época e a disposição dos móveis segue o que está disposto nos livros.
Aprendi também que o chapéu usado por Sherlock Holmes não foi criação de Arthur Connan Doyle, mas de um ator que interpretou o detetive no início do século XX. O sucesso foi tanto que o chapéu passou a ser usado em todas as interpretações seguintes de Sherlock, inclusive as mais recentes.
Este chapéu é chamado de Deerstalker e era muito usado por caçadores no interior da Inglaterra.

No segundo andar, os dois quartos exibem itens relacionados a Sherlock, como quadros, livros, fotos e jornais do período. Há também uma interessante mostra de cartas escritas por pessoas de vários locais do mundo para Sherlock Holmes.
Subindo mais um lance de escadas, encontramos diversas figuras representando diversos personagens dos livros.

A entrada custa £15 e você pode tirar fotos de todos os detalhes, enquanto a lojinha de souvenirs é um capítulo a parte. Garanto que não vai sair de lá sem ao menos uma lembrancinha.
Um irresistível programa tanto para fãs do célebre personagem de Sir Arthur Conan Doyle, como para os amantes de arquitetura/decoração daquela época.
É só descer na estação de metrô Baker Street (o museu fica a poucos metros da saída, à direita), que vale dizer que já nos faz entrar no clima histórico, com suas paredes de tijolo, como as estações de antigamente.

221b Baker Street
Aberto diariamente de 9:30 às 18:00 (fechado em 24 e 25/12)
Ingressos: £15,00 para adultos e £10,00 para menores de 16 anos (valores de 2020)
A estação de metrô mais próxima, Baker Street, também fica próxima do museu de cera, Madame Tussauds:
Uma dica extra:

Ao lado do museu você ainda vai se deparar com uma lojinha toda dedicada aos Beatles (London Beatles Store). Lá, você encontra de chaveiros e camisetas a brinquedos e objetos de decoração personalizados, um prato cheio para qualquer fã, mas onde não se pode se entusiasmar demais, pois os presentinhos não são nada baratos!
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Mapa de assentos do Royal Opera House – clique na figura para ampliar ou veja aqui
Quando estava preparando minha viagem a Londres, li aqui no “Londres para Principiantes” que existiam ingressos a 10 libras para ver os espetáculos da Royal Opera House. No mesmo momento entrei no site para ver o que estaria em cartaz, e se ainda existiam ingressos por esse pequeno valor. Qual foi minha alegria ao descobrir que o ballet O Lago dos Cisnes estaria em cartaz, e sim, havia alguns poucos lugares por 10 libras! Obrigada Eneida! (Não há de quê!)
A compra é rápida, segura e fácil, e no próprio site da Royal Opera House. Em “Book Now” (o primeiro link no topo da página), a gente faz um rápido cadastro, seleciona o espetáculo, vê as datas disponíveis e escolhe o lugar. Na escolha do lugar, aparece o valor do ingresso, além da descrição da “vista” do mesmo. Os lugares escolhidos por minha amiga e eu foram: Amphitheatre Upper Slips Left BB 20 e BB 19. (Nas fotos pode-se ter uma idéia mais precisa dos lugares.)
Por 10 libras (os valores chegam até 200 libras), fica claro que os lugares não são os melhores da casa, mas para o meu grande alívio, de lá pode-se ver 3/4 do palco com tranqüilidade. Acho que é uma opção excelente para quem não pode gastar muito e gostaria de ver ao vivo um balé da Royal Opera. Os ingressos são retirados no dia da apresentação na bilheteria do teatro, é só apresentar o cartão de crédito com o qual foi efetuada a compra e o voucher que a gente imprime no momento da compra.
A Royal Opera House é linda desde os seus corredores até a sala de concertos. Existe um grande bar-restaurante no qual se pode jantar antes do espetáculo, ou ainda tomar um vinho nos intervalos. Não sei informar preços, já que a vida de estudante ainda não me permite essas coisas finas. (Mas posso indicar um bom restaurante italiano, na diagonal oposta à entrada principal da ROH, comida gostosa por em média 14 libras por pessoa).
Quanto ao espetáculo… Assim que as luzes diminuíram, a platéia se calou e a orquestra tocou a introdução de Tchaikovsky, eu esqueci que meu lugar não era o melhor e foram 2h30 de puro encantamento. Uma noite realmente memorável, por 10 libras!
Texto e fotos: Caroline Ribeiro
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Muito obrigada, Caroline!
Se você quiser compartilhar com a gente uma dica, um programa especial, uma balada, um roteiro que deu certo (e também que não deu…), um restaurante gostoso, uma armadilha de turista, ou qualquer outro aspecto da viagem que fez a Londres, escreva para contato@londresparaprincipiantes. Assim vamos juntos construindo um blog mais completo e com diferentes perspectivas.
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