Saiba qual é a forma mais econômica de usar o transporte público
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]]>O transporte público em Londres inclui:
Com tantas opções, você obviamente conseguirá chegar em qualquer lugar da cidade usando este sistema!
São disponibilizadas algumas formas de pagamento, explicadas abaixo. Este guia do metrô em Londres visa facilitar a sua escolha, de forma que você encontre a forma mais econômica de pagar pelo transporte público na sua estadia em Londres.
A cidade é dividida em zonas de transporte e os preços em geral são calculados com base nestas zonas.
As zonas de transporte equivalem a estes “círculos” concêntricos em branco e cinza no mapa do metrô. A parte mais central é a zona 1, seguida da zona 2, e assim sucessivamente até a zona 6, onde está o aeroporto de Heathrow (canto inferior esquerdo no mapa abaixo).
Há ainda zonas 7, 8 e 9 no noroeste da cidade (canto superior esquerdo do mapa), que são consideradas especiais.
Se você tem um cartão contactless (por aproximação) que não cobra tarifa extra pelo uso no exterior (como este gratuito da WISE), esta é a opção mais prática para pagamento dos transportes em Londres.
Você não precisa comprar nada com antecedência, nem se preocupar com calcular a melhor tarifa. O próprio sistema garante tarifas iguais às aplicadas no Oyster e você não precisa desembolsar 7 libras para adquirir o Oyster.
Mas é importante verificar se seu cartão brasileiro não cobra tarifas extras! Leia aqui sobre o cartão WISE.
Leia tudo sobre o mapa do metrô de Londres
Para usar o sistema de transporte de Londres, você tem as seguintes opções de pagamento:
Passagens avulsas ou “single fare” válidas para um trajeto somente, podem ser adquiridas nas máquinas de venda das estações de metrô.
Você pode consultar o valor da passagem para qualquer trecho aqui.
Basta digitar as estações de partida e chegada e o sistema informa tanto o valor para pagamento em dinheiro da passagem avulsa (cash), quanto o valor para pagamento com o oyster / cartão contactless (mais barato).
Dica de economia – as passagens avulsas (cash na imagem abaixo) são as mais caras e, a não ser que você for usar o transporte somente uma ou duas vezes em toda sua estadia, não valem a pena.

É um cartão eletrônico inteligente usado no pagamento dos transportes da cidade. É uma forma prática e simples de pagar o transporte e as tarifas nesta modalidade são reduzidas.
Ele pode ser comprado em qualquer estação de metrô (inclusive nas estações do aeroporto de Heathrow) e custa 7 libras (valor válido a partir de 04/09/22) não reembolsáveis. Como o cartão não tem vencimento, você pode guardar o Oyster para uma próxima viagem, ou emprestar para os amigos.
O Oyster Card pode ser usado de algumas formas:
– Oyster como pay-as-you-go – (pré-pago)– você “carrega” o cartão eletronicamente com uma certa quantidade de libras (múltiplos de £5 até £90) e à medida que usa o transporte, o valor da passagem é descontado deste valor pré-pago.
Há um teto diário (“daily cap”) para cada zona de transporte, acima do qual nada mais é descontado. Isso significa que você pode usar o metrô, ônibus, DLR, overground, tram, 20 vezes (por exemplo) em um dia, que não será descontado mais do que o teto diário das zonas em que você circulou.
Se você tem um cartão contactless que não cobra tarifa extra pelo uso no exterior (como este gratuito da WISE), esta é a opção mais prática para pagamento dos transportes em Londres.
Você não precisa comprar nada com antecedência, nem se preocupar com calcular a melhor tarifa. O próprio sistema garante tarifas iguais às aplicadas no Oyster e você não precisa desembolsar 7 libras para adquirir o Oyster.
Mas é importante verificar se seu cartão brasileiro não cobra tarifas extras! Leia aqui sobre o cartão WISE.

– Oyster com passes – você também pode carregar este mesmo oyster eletronicamente com um passe semanal, mensal ou anual, chamado Travelcard.
Neste caso você paga o valor do Travelcard (por exemplo, £40,70 para um travelcard de 7 dias dentro das áreas 1 e 2 de transporte) e pode usar o transporte ilimitadamente durante 7 dias corridos, quantas vezes quiser, em qualquer horário, desde que dentro destas zonas.
– Oyster misturando os dois sistemas acima – como o cartão é inteligente, você pode carregá-lo eletronicamente com um passe para determinado período e determinadas zonas de transporte, e também com libras que serão debitadas à medida que você sai destas zonas, ou se usa o sistema além do prazo do travelcard.
Assim, se tem um 7-day travelcard para as zonas 1 e 2 e quer ir para o aeroporto de Heathrow, que fica na zona 6, você precisará de libras extras para cobrir o trecho entre a zona 2 e a 6. O sistema debitará automaticamente o valor extra devido do saldo de libras do seu cartão Oyster.
Os cartões de crédito que permitem transações “por aproximação” podem ser usados para pagamento do transporte em Londres.
Note, no entanto, que cartões emitidos no Brasil podem não ser aceitos para este tipo de pagamento ou o emissor do cartão pode cobrar uma taxa por cada transação (verifique com seu banco antes de viajar).
Assim, sugerimos que o turista brasileiro se informe antes de usar esta opção. Além disso, você arcará com o iof, mas isso ocorre com a compra do Oyster/travelcard também.
Leia aqui sobre o pagamento com cartão por aproximação no metrô de Londres
Se você tem um cartão contactless que não cobra tarifa extra pelo uso no exterior (como este gratuito da WISE), esta é a opção mais prática para pagamento dos transportes em Londres.
Você não precisa comprar nada com antecedência, nem se preocupar com calcular a melhor tarifa. O próprio sistema garante tarifas iguais às aplicadas no Oyster e você não precisa desembolsar 5 libras para adquirir o Oyster.
Mas é importante verificar se seu cartão brasileiro não cobra tarifas extras! Leia aqui sobre o cartão WISE.
Para quem tenha um cartão de banco digital internacional é uma opção bastante interessante, já que evita ter de comprar o oyster e os valores aplicados são os mesmos do oyster.
É um cartão Oyster especial para visitantes, que já vem pré-carregado com determinado valor ( £10, £15, £20, £25, £30, £35, £40 ou £50) para ser usado como pay-as-you-go.
Ele não pode ser carregado com passes tipo travelcard, mas se os créditos acabarem, o Visitor Oyster Card pode ser recarregado em qualquer máquina nas estações de metrô. Para saber qual crédito comprar, leia a parte “Quanto carregar no Oyster” abaixo.
O Visitor Oyster Card custa £5 (além do valor do crédito e do frete) e é enviado para sua casa por courrier. O Visitor Oyster Card não pode ser adquirido em Londres, ele pode ser comprado online na loja do órgão oficial do órgão dos transportes, neste link.
Destina-se a pessoas que querem ter a tranquilidade de já chegarem em Londres com o cartão de transporte em mãos. O cartão Visitor Oyster oferece também alguns descontos em restaurantes, galerias e lojas em Londres.
Se você for permanecer na cidade por muito pouco tempo e não quiser adquirir o Oyster, nem tem um cartão por aproximação, poderá adquirir nas próprias estações de metrô um day travelcard que é emitido em papelão e é descartado quando termina sua validade.
Este passe custa £15,90 e é válido para viagens ilimitadas nas zonas 1 a 4 (qualquer horário) e 1 a 6 (fora do horário de pico).
Este travelcard vale para a data que está impressa nele até às 4h29 da madrugada seguinte.
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Valores a partir de 3 de março de 2024


Sistema pay as you go:
Na grande maioria dos serviços em Londres:
Usando travelcard:
As zonas de transporte 1 e 2 são as zonas em que normalmente os turistas mais transitam, pois aí se encontram muitos hotéis e as principais atrações turísticas da cidade.
Veja na tabela a seguir quanto carregar o oyster para circular pelas zonas 1 e 2. Valores válidos até março de 2023:

Caso precise incluir trechos fora das zonas 1 e 2, como vir de Heathrow (zona 6), por exemplo, você pode usar os créditos que tem de saldo, ou carregar o cartão com mais algumas libras. Se for usar o cartão por aproximação, o próprio sistema se encarrega da cobrança, basta ter saldo.
Quanto você vai gastar para ir/vir de Heathrow ao centro de Londres (zona 1)? £5,60 com oyster ou cartão por aproximação ou £6,70 para passagem única (cash).
Para adaptar a tabela acima a outras zonas de transporte, é só substituir o valor do teto diário do Oyster pelo que se aplica às zonas em que for circular (£9,60 para zonas 1-3, £11,70 para 1-4, etc.).
Se no final da viagem, houver saldo remanescente no Oyster, é possível ter reembolso do valor, desde que o reembolso seja pedido no mínimo 48 horas depois que o cartão tenha sido usado pela primeira vez.
Leia aqui sobre o reembolso do saldo do Oyster.
Crianças com até 11 anos não pagam para usar o transporte em Londres. Elas simplesmente passam junto com um adulto sem ter de apresentar nenhum documento.
Crianças entre 11 e 15 anos em turismo na cidade por até 14 dias têm descontos, desde que acompanhadas de um adulto com Oyster card válido. Veja aqui como obter o desconto.
Com os valores especificados acima, você tem acesso ao ônibus, metrô e outras formas de transporte.
Mas se quiser economizar, andar somente de ônibus continua sendo a forma mais barata de usar o transporte público em Londres. Além de a tarifa básica ser menor que a do metrô (£1,75) descontado no oyster), esta forma de transporte não utiliza o sistema de zonas de transporte. Assim com os £1,75 você pode ir da zona 1 à zona 9 se quiser.
Outra vantagem do ônibus é que você só será descontado uma vez em cada 1 hora que usa o ônibus, podendo trocar de linha, sem ter de pagar duas vezes a tarifa.
Qual é a desvantagem de andar de ônibus em Londres? Em geral, é bem mais demorado que o metrô. Mas pelo menos você vai apreciando a paisagem!

Outra forma baratinha de andar pela cidade é aproveitar o sistema de aluguel de bicicletas da cidade. Leia aqui como funciona o aluguel de bikes em Londres.
O teto diário para viagens somente em ônibus que será descontado do seu oyster é £5,25. Assim, se seu plano for usar somente o ônibus em Londres, carregue o oyster com o número de dias x 5,25 até 4 dias. Para 5, 6 ou 7 dias, vale a pena carregar o oyster com o passe semanal de ônibus, que custa £24,70.
É bom lembrar que não são vendidas passagens dentro do ônibus. Você tem de ter um oyster com crédito ou passe de ônibus válido antes de entrar.
No metrô, é só fazer o que todo mundo faz: bater o cartão no círculo branco posicionado na catraca. Não precisa nem tirar da carteira! Na saída, para abrir a catraca, você terá de bater o cartão novamente.

Nos ônibus, basta encostar o cartão na leitora que fica posicionada perto do motorista. Não é preciso fazer o mesmo quando for descer do ônibus.
Cada pessoa precisa ter seu oyster, ele não pode ser compartilhado.
Da mesma forma que o Oyster. Você bate o cartão na leitora da catraca e o sistema se encarrega do resto.
Cada pessoa tem que passar um cartão separado, para que o sistema possa fazer os cálculos corretos.
Você pode também usar o Apple Pay ou Google Pay no celular ou smartwatch.
Veja aqui as vantagens e desvantagens de usar o cartão por aproximação para pagar o transporte em Londres e os cuidados que deve tomar.
Se você tem um cartão contactless que não cobra tarifa extra pelo uso no exterior (como este gratuito da WISE), esta é a opção mais prática para pagamento dos transportes em Londres.
Você não precisa comprar nada com antecedência, nem se preocupar com calcular a melhor tarifa. O próprio sistema garante tarifas iguais às aplicadas no Oyster e você não precisa desembolsar 7 libras para adquirir o Oyster.
Mas é importante verificar se seu cartão brasileiro não cobra tarifas extras! Leia aqui sobre o cartão WISE.
Leia também nosso Miniguia para se dar bem no metrô
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Leia aqui sobre o custo de vida em Londres para um morador da cidade
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]]>Informações sobre visto, vacina, seguro e passagem aérea
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Se você não tem um passaporte, ou se o seu está com o prazo de validade expirado ou prestes a expirar, providencie a emissão do seu passaporte.
Veja o passo a passo para tirar passaporte segundo o site da Receita Federal:
O passaporte brasileiro atual de um adulto é válido por 10 anos a partir da emissão. A data de expiração está expressa no seu passaporte.
Se você for viajar para algum país da Comunidade Europeia que pertença ao Espaço Schengen*, seu passaporte deve estar válido para os 3 meses seguintes à data prevista da saída da Europa.
Por exemplo, se você for fazer uma viagem entre 1 de janeiro e 20 de janeiro, seu passaporte deve estar válido até 3 meses depois de 20 de janeiro, ou seja, até 20 de abril.
*Lista dos países que pertencem ao Espaço Schengen: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça.
A Inglaterra, assim como os outros países do Reino Unido (Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), não é signatária do Tratado Schengen.
Assim, não segue a exigência acima.
Validade do passaporte para viagens para a Inglaterra: no Reino Unido é exigido que o passaporte esteja válido somente durante sua permanência no país. Assim, se for deixar o país no dia 20 de janeiro, basta que seu passaporte esteja válido até esta data.
No entanto, aconselhamos firmemente que você se informe com a companhia aérea que escolher viajar, pois ela pode adotar o sistema válido para o restante da Europa e não aceitar seu passaporte se não cumprir com a exigência da validade mínima de 3 meses. #ficaadica

Os brasileiros que pretendem ir ao Reino Unido (Inglaterra, Escócia, País de Gales ou Irlanda do Norte) para turismo, ou que viajam ao país para cursos com duração de menos de 6 meses, não precisam solicitar visto antes de sair do Brasil.
O visto é concedido no momento de sua chegada no país, quer seja no aeroporto, porto ou outra fronteira. Este visto normalmente tem validade por 6 meses.
Para obter o visto no local, no entanto, você precisará mostrar certos documentos. Leia aqui um artigo completo sobre os documentos necessários para entrada na Inglaterra.
A ETA (Electronic Travel Authorization) é uma permissão de viagem para o Reino Unido para pessoas naturais de países que atualmente não precisam de visto para viajar a turismo, estudo, negócios por até 6 meses, que inclui cidadãos brasileiros.
Brasileiros que viajam para o Reino Unido a partir de 08/01/25 precisam de preencher o ETA.
Este formulário estará disponível no site oficial do governo britânico e no aplicativo “UK ETA“
O ETA tem um custo de £16, ou cerca de USD 22.
Cuidado com sites e aplicativos que se dizem oficial mas não são e cobram valores absurdos.
Muitas pessoas nos perguntam se é necessário vacina para entrar na Inglaterra.
Não, não são exigidas vacinas para entrar no Reino Unido, mas é sempre bom ter o cartão de vacinação internacional, especialmente contra a febre amarela, junto a seu passaporte.

Embora não seja obrigatório, é indispensável ter um seguro de viagem para cobrir os custos de qualquer eventualidade. O Sistema de Saúde britânico não cobre gastos hospitalares de turistas e os custos são muito altos.
Não vale a pena arriscar a tornar sua viagem em um pesadelo.
Saiba mais sobre o sistema de saúde britânico e o que você terá de pagar caso tenha algum problema de saúde, lendo este artigo.
Para economizar na compra de um seguro de viagem, no site Seguros Promo você pode fazer uma comparação detalhada de maneira rápida e fácil entre preços de diferentes de seguros ofertados no mercado, analisando qual possui o melhor custo benefício para a sua viagem.
Consulte aqui uma lista de 25 itens indispensáveis para um viajante.
Várias empresas aéreas ligam o Brasil a Londres. LATAM, British Airways fazem voos diretos da partir de São Paulo/Rio de Janeiro.
Fazendo uma conexão em uma capital europeia, você pode voar em diversas outras companhias, entre elas AirFrance (conexão em Paris), KLM (conexão em Amsterdã), Iberia (conexão em Madri), Alitalia (conexão em Roma), Swiss (conexão em Zurique), Lufthansa (conexão em Frankfurt), etc.
A TAP, por exemplo, liga várias cidades brasileiras (como Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Recife, além de Rio e São Paulo) à capital britânica com uma conexão bem tranquila em Lisboa, o que é muito prático para quem vive fora do sudeste.
No site abaixo, é possível comparar os preços de diversas empresas aéreas:
[ppromo_passagens origin=”RG_BRASIL” destination=”LON” limit=”5″ header_text=”Passagens para Londres” tags=”Passos”/]
A moeda utilizada no Reino Unido é a libra esterlina (£). Em janeiro de 2026, para comprar 1 libra em papel moeda você pagaria cerca de R$7,20.
Defina as formas com que quer levar dinheiro para sua viagem (em espécie, cartão de conta digital, cartão de crédito, cartão pré-pago, cartão de débito) e compre a moeda aos poucos. Assim, você divide os riscos e, se em uma época você compra em alta, na outra pode comprar em baixa. No final das contas, você terá pago um preço médio.
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Para comparar preços de moeda estrangeira em várias casas de câmbio, dê uma olhada no site Melhor Câmbio, onde você poderá também adquirir suas libras pelo melhor valor.
Leia aqui mais sobre o câmbio e o que levar em termos de dinheiro para sua viagem.
Londres oferece uma gama imensa de opções de hospedagem, entre hotéis de luxo, hotéis simples de rede ou independentes (chamados Bed and Breakfast ou B&B), apartamentos (tipo Airbnb), albergues, hospedagem em dormitórios estudantis e muito mais.
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Leia nosso post com os principais pontos turísticos de Londres com mapa. E nossa seleção de 10 passeios imperdíveis para fazer em Londres.
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]]>Dicas para um orçamento real
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]]>Quanto vou gastar por dia em Londres? é uma pergunta que nos fazem com muita frequência.
Entendemos que para um planejamento financeiro de viagem, é sempre bom ter uma média de quanto se gasta por dia na cidade destino. Mas você deve estar se perguntando: por que então é tão difícil encontrar esta informação?
A resposta que normalmente damos é que pessoas diferentes viajam de forma diferente: uns não ligam para restaurantes, outros acham que sanduíche e fast food nem pensar; uns acham que é preciso conhecer todas as atrações da cidade (e pagar o ingresso), outros se contentam em tirar uma foto do lado de fora; uns adoram perambular pelas ruas sem guia, nem destino certo; outros preferem fazer city-tours e passeios organizados. E assim sucessivamente…
Mas mesmo cientes destes fatos, ainda queremos ter uma base: quanto vou gastar por dia em Londres em média?
Neste artigo, fazemos duas simulações de orçamento: um mais econômico e um mais folgado, especificando para cada um deles os gastos médios com alimentação, transporte, atrações e outros gastos.
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Leia aqui sobre custo de vida em Londres para morar na cidade e informações sobre salários
Uma opção é ir direto à fonte: buscar na web menus de restaurantes para saber quanto será a conta, consultar os preços das atrações pagas, aprender tudo sobre como usar o transporte público de forma mais eficiente, saber exatamente o que quer comprar (e consultar os preços nas lojas online). Assim, é possível estabelecer um orçamento bem realista de acordo com as possibilidades.
Outra forma de estabelecer o orçamento é perguntando a quem já foi quanto gastou. Se você conhece a pessoa e sabe que os hábitos e gostos dela são parecidos com os seus, bingo! Se você não sabe se o estilo de viagem da pessoa é parecido com o seu, fica mais complicado comparar.
Sendo assim, para dar uma força no planejamento financeiro da sua viagem, quisemos ter uma ideia de quanto nossos leitores gastaram em sua viagem a Londres.
Para isso, fizemos uma pesquisa rápida na nossa página do Facebook. A pergunta que fizemos foi: Quanto você gastou em média por dia em Londres? Os resultados você vê no final deste artigo.
Vamos fazer duas simulações, uma mais econômica (mochilão) e uma mais folgada (mala de rodinha).
Supondo que você não terá acesso a uma cozinha e que terá de fazer todas as refeições fora, há diversas formas de economizar sem ter de apelar para a comida fast food de baixa qualidade.
Café da manhã – o ideal é que o café da manhã esteja incluso no preço do seu hotel ou albergue, mas se não estiver, procure pequenos cafés ou padarias perto do hotel onde você encontrará sanduíches, bolos, barras de cereais e outras opções e não gastará mais de £5,00 por um café da manhã razoável.
Se optar pelo café da manhã inglês – o English Breakfast – você comerá uma verdadeira refeição (com bacon, ovos, linguiça e até feijão!) por cerca de £8 – 10.
Almoço e jantar – na hora do almoço você pode optar por fazer uma refeição leve, que inclui sanduíches, wraps, saladas, sopas com algum acompanhamento.
Neste caso, a opção mais barata é ir a um supermercado que vende este tipo de refeição pronta, como os das redes Tesco, Sainsbury’s, ou M&S Foods.

Você encontrará sanduíches por cerca de £2 e descontos em vários tipos de “combo” (MEAL DEAL é como se chamam estes combos) que inclui, além do sanduíche, pacotes de batatas, refrigerante, frutas, etc. Se o tempo estiver bom, vá a um parque e faça um piquenique. Com cerca de £5 dá para comprar a refeição completa.
Para os que não se satisfazem com sanduíches e saladas, a opção mais barata é almoçar em algum mercado, ou nos food trucks que se encontram em determinados locais da cidade.
Em Camden, por exemplo, você pode ir a um dos mercados, que abrigam verdadeiras praças de alimentação com barracas vendendo comida de todas as partes do mundo (inclusive brasileira).
Por pouco mais que as £5 que você pagaria pelo lanche de sanduíche, poderá comer um prato de comida chinesa, noodles, curry, macarrão, ou experimentar a culinária exótica de outros países.
As diversas redes de restaurantes também oferecem promoções e vouchers que podem ser usados no almoço ou jantar.
Veja aqui mais detalhes de valores de alimentação e dicas para comer bem e barato em Londres
Apesar de muito grande, Londres é uma cidade praticamente plana, por isso caminhar entre um local e outro é bem tranquilo.
É claro que há distâncias longas que devem ser percorridas usando o transporte público, mas para fazer um passeio por Westminster e Trafalgar Square, por exemplo, dá para fazer a pé sem problemas.
Consulte o mapa e este artigo para saber as distâncias e calce seus sapatos mais confortáveis. Caminhar não custa nada e ainda é saudável!
Um passe de ônibus (“1-day-bus-and-tram-pass”) que permite viagens ilimitadas em ônibus e bondes (“trams”) durante um dia em todas as zonas de transporte de Londres custa £5,00.
Essa é a forma mais barata de transporte público em Londres. O passe deve ser comprado antes de você entrar no ônibus nas estações de metrô, centros de visitantes e em máquinas em alguns dos pontos.
Para quem gosta de pedalar, aproveitar o esquema de aluguel de bicicletas da cidade também fica bem barato, pois você pagará £2,00 para ter acesso às bikes e a primeira meia hora de uso é gratuita.
Como há estações espalhadas por todo o centro da cidade, é fácil ir trocando de bicicleta à medida que você se desloca. Mas cuidado, o trânsito da cidade pode ser cruel.
Note que aqui não está incluído o transporte do aeroporto ao hotel (e vice-versa), que deverá ser adicionado à soma das despesas diárias.

Londres oferece uma grande quantidade de atrações gratuitas e em tamanha quantidade que, certamente, você não conseguirá visitar todas nos poucos dias em que estiver na cidade.
Você não gastará nenhuma libra para visitar grandes museus (Museu Britânico, Museu de Londres, Museu de História Natural, Museu da Ciência, Museu Victoria & Albert), galerias de arte (Tate Britain, National Gallery, Tate Modern), parques (Hyde Park, Regent’s Park, Kensington Gardens), ou ver a famosa troca da guarda no Palácio de Buckingham.
Os ingressos para uma visita completa à Abadia de Westminster e Catedral de São Paulo são caros, mas você pode conhecer de graça pelo menos uma parte destas igrejas nos horários em que são celebradas missas, ou na Evensong, uma linda celebração cantada que acontece diariamente. Leia mais aqui.
Sua viagem não será menos maravilhosa se você conhecer alguns monumentos pagos (como a Torre de Londres e a Tower Bridge) somente do lado de fora.
Além disso, um dos programas mais espetaculares de Londres é passear pela margem sul do Tâmisa, próximo ao London Eye, admirando a vista do skyline e das pontes da cidade. Totalmente de graça.
De qualquer forma, se quiser incluir uma atração paga no seu orçamento, calcule em torno de £25 por atração. Veja o preço exato aqui. Para caber no orçamento mochilão, pense em uma atração paga a cada dois dias.

Para finalizar, é bom deixar uma folguinha para gastar com aquele extra que te fará feliz: um pint de cerveja (578 ml – entre £4 e £5), um ingresso em alguma casa noturna, um ímã de geladeira para sua coleção, ou um chocolate, refrigerante ou guloseima que não pode faltar no seu dia.
Para quem gosta de fazer três refeições completas
Se o café da manhã não estiver incluso na sua hospedagem, você gastará em torno de 8 a 10 libras em uma cafeteria ou lanchonete para tomar um café acompanhado de algo para comer.
Já para o almoço, você pode comer bem por cerca de 12 a 15 libras, veja nossas dicas para café da manhã e almoço em Londres aqui.
Se optar por um jantar completo em um restaurante médio, você gastará cerca de 25 libras, sem incluir bebida alcoólica.

Para usar o incrível sistema de transporte em Londres, que inclui além dos ônibus, o metrô, o DLR, o Overground, bondes e outros, você gastará em 2021 um teto máximo de £7,20 para circular na zona central da cidade (zonas 1 e 2 de transporte).
Para isso precisará de um cartão para pagamento dos transportes chamado Oyster. Veja aqui sobre o transporte em Londres.
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Se além de aproveitar tudo o que a https://prf.hn/click/camref:1101lpg5Mcidade tem de gratuito, você quiser ir a uma atração paga, como a London Eye (roda gigante panorâmica), o museu de cera Madame Tussaud, a Torre de Londres, a Abadia de Westminster e vários outros, você gastará cerca de 20 a 30 libras por atração.
Há no entanto, várias formas de economizar na compra de ingressos, como adquirindo os ingressos online com antecedência, comprando passes para diversas atrações, ou ingressos combo para duas ou mais atrações. Veja neste artigo os valores dos ingressos e nossas super dicas para gastar menos com ingressos.
Água, lanchinhos, uma cerveja, alguma lembrancinha, não deixe de colocar no seu orçamento uma margenzinha para gastos extras que sempre acontecem.
Na pesquisa que fizemos no Facebook, recebemos em torno de 50 respostas. Como era de se esperar, as respostas variaram bastante. Selecionamos algumas, começando pelos leitores mais econômicos que gastaram entre 10 e 40 libras por dia:






Muita gente afirmou que gastou em média 50 libras por dia:






Já outros gastaram em média 80 libras por dia, alguns incluindo hospedagem e outros não:
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Passeios em português – conheça o melhor de Londres em passeios temáticos guiados por brasileiros
Passe para atrações Go City – use o código AFFGOALL para 5% de desconto neste passe flexível e econômico
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Houve também leitores que gastaram cerca de 100 libras ou mais, mas neste valor estão incluídas compras e/ou bons restaurantes:





Se você quer ter uma boa noção dos preços vigentes, leia estes posts:
Alimentação em Londes: quanto custa?
Preços dos transportes em 2022
Preços das atrações em Londres
Formas de economizar:
O que fazer de graça em Londres
E você, quanto gastou por dia em Londres? Participe também da pesquisa, deixando um comentário!
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]]>São viagens a cidades que ficam a até 2 horas de distância de Londres (considerando transporte terrestre) e que oferecem uma ótima oportunidade para você conhecer um pouco do interior da Inglaterra, que tanto contrasta com a capital. E tudo em um único dia.
Aqui no Londres para Principiantes temos posts com dicas de como chegar a partir de Londres e o que fazer nas seguintes cidades (clique no nome para ler o post):
Considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, o conjunto arquitetônico da Bath, como um todo, impressiona pela preservação e beleza.
A cidade, fundada pelos romanos no século I d.C., é famosa pelas Termas Românicas e também por suas ligações com a escritora Jane Austen.
Localizada no litoral sul da Inglaterra, a pouco menos de 100 km de Londres, Brigton é uma das praias mais queridas do Reino Unido.
Além de ser uma cidade litorânea bem típica, Brighton também conta com uma grande população gay e nos últimos anos se transformou em um dos destinos mais cool do país.
Situada a cerca de 80 km de Londres, Cambridge é famosa pela Universidade que já completou 800 anos, mas oferece também outras atrações para o turista, como passeio de barquinho pelo rio Cam, muitos pubs e paisagens encantadoras.

Sabe aquelas cidades do interior, medievais, com castelo em ruínas, muralha, catedral, pubs tradicionais e comida barata? Pois é Canterbury! Local muito bom para sentir a “vida de interior” da Inglaterra, com a vantagem de estar muito próxima de Londres.
Capital do País de Gales, Cardiff é um local encantador, não só por sua arquitetura e paisagens naturais, quanto pela gastronomia e pelos seus simpáticos moradores. Fica a pouco mais de 2 horas de trem de Londres.
Leia também: As Regiões da Inglaterra: características de cada uma das 9 regiões da Inglaterra
Dover é uma praia situada no ponto do Canal da Mancha em que a Inglaterra está mais próxima da França e sua história remonta do tempo da colonização pelos romanos.
É famosa pelos Penhascos Brancos (White Cliffs) e pelo castelo de Dover, uma fortaleza de proteção contra os ataques que vinham do continente europeu.

Além de ser o berço dos Beatles, Liverpool é uma cidade moderna, cosmopolita, limpa e organizada, com excelentes museus, duas catedrais muito interessantes, restaurantes para todos os gostos, uma área central e portuária revitalizada, além de ter uma vida noturna muito animada. Não poderia faltar em uma lista de dez passeios próximos a Londres.
Famoso monumento de mais de 4000 anos localizado nas planícies de Wiltshire, no sudoeste da Inglaterra, formado por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinquenta toneladas.
O Centro de Visitantes inclui um museu exibindo cerca de 250 objetos pré-históricos e outras informações sobre o significado do local.

Local de nascimento de William Shakespeare, Stratford, situada 170 km ao noroeste de Londres, é uma simpatia. As principais atrações estão relacionadas ao dramaturgo: a casa onde nasceu, o local onde foi enterrado, os teatros, mas a cidade conta também com o lindo rio Avon e alguns parques.
Além de abrigar o castelo em uso mais antigo da Europa, Windsor é uma cidade bem típica do interior inglês. Depois da visita ao Castelo de Windsor, você poderá assistir a troca da guarda, passear pelas margens do Tâmisa e, quem estiver com crianças, visitar o parque de diversões Legoland.
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]]>Documentos necessários e dicas para entrar na Inglaterra sem problemas
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]]>Para entrar na Inglaterra ou em qualquer outro país do Reino Unido, mesmo vindo de um país europeu, você terá de passar pela imigração.
Neste post reunimos informações relativas aos documentos necessários para tornar mais tranquilo este processo, motivo de muita preocupação para algumas pessoas.
As informações são válidas para quem possui um passaporte brasileiro e se referem à categoria de “Standard Visitor”, explicada abaixo, que não requer que a pessoa obtenha um visto antes da viagem.
A autoridade da imigração, na sua chegada no Reino Unido, carimbará seu passaporte e você normalmente poderá permanecer no país por até 6 meses.

As informações prestadas aqui não são exaustivas e têm como intuito auxiliar o leitor e fornecer informações gerais sobre o visto de turista para Londres e o Reino Unido.
As normas são passíveis de alteração a qualquer momento e somente as autoridades britânicas são responsáveis por prestar as informações atualizadas.
Para casos especiais e/ou específicos, recomendamos procurar o Consulado Britânico ou acessar o website oficial para obter informações sobre as exigências aplicáveis a cada caso.
A ETA (Electronic Travel Authorization) é uma permissão de viagem para o Reino Unido para pessoas naturais de países que atualmente não precisam de visto para viajar a turismo, estudo, negócios por até 6 meses, que inclui cidadãos brasileiros.
Para entrar no Reino Unido, brasileiros precisam de ter a ETA aprovada.
Você preenche um formulário online bem simples e paga uma taxa de £16 libras.
Este formulário esta disponível no site oficial do governo britânico e no aplicativo “UK ETA“
Atenção: estes dois canais apenas são os oficiais. Há diversos sites se aproveitando dos turistas e cobrando valores absurdos pelo ETA. Não pague mais que as 16 libras, ou valor equivalente em dólares.
O ETA tem um custo de £16. Leia aqui informações sobre a ETA
Brasileiros viajando a turismo por períodos inferiores a 6 meses não precisam solicitar, antes da viagem, um visto para entrar na Inglaterra.
O processo de obtenção do visto de Standard Visitor é todo feito na sua chegada, seja no aeroporto, porto, ou estação ferroviária.
No entanto, as autoridades da imigração podem solicitar a você os mesmos documentos que são solicitados para emissão do visto prévio.
Assim, você pode ter de provar que você:
Veja aqui se você precisa de visto prévio para entrar no Reino Unido
Leia sobre vistos para estudantes.
Basicamente, os oficiais da imigração poderão pedir documentos que comprovem:
No website oficial do governo, não há uma relação exata de documentos, mas há algumas indicações, traduzidas abaixo.
Para comprovar sua condição financeira, os documentos incluem:
Os agentes da imigração podem também perguntar quanto você tem em dinheiro, quantos cartões de crédito, pré-pagos, etc.
Eles poderão pedir para ver o dinheiro (e até contar!) e os cartões, por isso não é uma boa ideia mentir.
Aliás, mentir é a pior ideia em qualquer circunstância, pois eles são muito bem treinados para detectar mentiras.
Por mais que muita gente insista em saber, não há em nenhum lugar do website oficial do governo britânico, qualquer indicação de uma quantia de dinheiro por dia que deve ser apresentada. Este valor é mesmo uma questão de bom senso.
Leia aqui o documento oficial.
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No documento oficial é informado o seguinte sobre tradução:
“Se você submeter um documento que não esteja em inglês ou gaulês, ele deve estar acompanhado de uma tradução completa, que poderá ser verificada independentemente pelo Home Office. Cada documento traduzido deve conter:
Sendo assim, entendemos que a própria pessoa não pode traduzir o documento. Entendemos também que tradução automática, como Google Translate, também não é aceita. Entendemos ainda que a tradução não precisa necessariamente ser feita por tradutor juramentado.
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Até maio de 2019, você recebia no avião/navio/trem um formulário de desembarque, Landing card, que devia ser preenchido antes de você passar pela imigração. Este formulário, no entanto, não está mais sendo usado e você não precisará dele.
Com seu passaporte e uma pastinha muito organizada com todos os documentos acima, você se dirige à fila da imigração para cidadãos que não têm passaporte britânico e aguarda ser chamado pelo agente.
Na sua vez, entregue o passaporte, aguarde que o agente escaneie e verifique as informações e esteja pronto para responder às perguntas que ele fizer.
Estas perguntas são diretas e se referem a:
Você deve responder as perguntas de forma objetiva e sucinta.
O agente poderá fazer também uma ou outra pergunta que comprove o que você declarou. Por exemplo, se você disser que é professor universitário, poderão perguntar “qual universidade você leciona?” ou “qual disciplina você leciona?” o que deve ser respondido com respostas objetivas e diretas, comprovando que você é, efetivamente, um professor universitário.
Para comprovar que você pretende mesmo fazer turismo no Reino Unido, você poderá ter de dizer ao agente quais pontos turísticos pretende visitar. Assim, aquela pastinha com ingressos para atrações, mapas, planejamento de roteiro, etc. pode ser bem útil.
Os agentes normalmente são pacientes e educados e procuram se fazer entender da melhor forma possível.
Se de todo você não conseguir entender e/ou responder às perguntas em inglês, há intérpretes para em último caso auxiliar no processo. Cabe ao agente chamar/providencia o intérprete.
Neste ponto, não tenho estatísticas oficiais, mas acredito que 99% dos brasileiros que estejam verdadeiramente a turismo e que tenham os documentos solicitados têm seu passaporte carimbado com um visto de 6 meses.
Aí é só correr pro abraço!
Infelizmente, não somos credenciados a responder dúvidas específicas quanto à imigração / entrada na Inglaterra.
Para entrar em Londres ou em qualquer país do Reino Unido para turismo ou cursos com duração de até seis meses, não é preciso solicitar visto com antecedência. A permissão de entrada é concedida na sua chegada, no aeroporto.
Leia também:
Como ir do aeroporto ao centro de Londres
É preciso seguro de viagem para entrar no Reino Unido?
Dinheiro em Londres – o que levar?
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]]>Compare os preços dos melhores seguros de viagem e ganhe até 20% de desconto
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]]>Muita gente nos pergunta se é preciso seguro de viagem internacional para uma visita a Londres ou a outro local do Reino Unido.
Primeiramente, vamos aos fatos:
O Reino Unido não é signatário do Tratado de Schengen, um acordo assinado por 26 países da Europa que determina, entre outros, a livre circulação de pessoas entre os países membros.
O Tratado também estabeleceu a obrigatoriedade para turistas de um seguro de viagem com cobertura de no mínimo € 30.000,00 para assistência médica. Este tipo de seguro é vendido pelas seguradoras com o nome de Seguro Schengen.
Como o Reino Unido não faz parte deste acordo, este seguro não é obrigatório e não será pedido pelos agentes de imigração.
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O sistema público de saúde britânico, conhecido como NHS (National Health System), é dos melhores do mundo e oferece assistência médica gratuita aos cidadãos britânicos, a todos os moradores legais e a estudantes em cursos de mais de 6 meses de duração.
No website oficial, a mensagem para os visitantes de países de fora da Europa é bem clara:
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Como visitante no Reino Unido você terá direito aos seguintes tratamentos médicos, sem custos:
– Teste e tratamento de Covid-19
– Emergência e urgência – se você for levado ao pronto atendimento de um hospital, será atendido sem precisar pagar por isso, mas todo o tratamento subsequente (cuidado secundário) será cobrado, incluindo o internamento, se for o caso. E isso não é barato!
– Doenças infecciosas e doenças sexualmente transmissíveis, com o objetivo de diminuir a contaminação;
– Tratamento psiquiátrico obrigatório e tratamentos determinados por um juiz;
– Planejamento familiar, que não inclui pré-natal, parto, ou aborto.
Todo o resto será cobrado, incluindo qualquer consulta médica e tratamento dentário.
O seguro de viagem para entrar na Inglaterra não é obrigatório, mas viajar sem seguro é uma aposta que poderá custar muito caro, caso aconteça uma eventualidade.
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No site Seguros Promo você pode fazer uma comparação detalhada de maneira rápida e fácil entre preços de diferentes seguros ofertados no mercado, analisando qual possui o melhor custo benefício para a sua viagem.
Analise com calma todas as coberturas oferecidas pelo seguro escolhido, considerando o objetivo da sua viagem.
Na hora de escolher o plano de seguro viagem, tenha em mente o roteiro que você pretende realizar e as atividades que pretende fazer em seu destino. Viagem com as crianças, intercâmbio, viagem de negócio, férias com a família, viagem de aventuras.. Cada viagem requer um tipo de seguro.
Você pode deixar seu seguro viagem mais barato utilizando um cupom de desconto. Com o cupom LONDRESINICIA5, você garante 5% de desconto na contratação do seu seguro viagem.
Optar pelo pagamento via boleto é outra dica para deixar seu seguro viagem mais barato. No Seguros Promo, você tem mais 5% de desconto ao escolher esse método de pagamento.
Conheça também o cartão Wise, uma solução mais barata e segura para comprar e levar moeda estrangeira para o exterior. Clique aqui para conhecer.
O fato de o Reino Unido não fazer parte do Acordo Schengen não significa, necessariamente, que o seguro do seu cartão de crédito não valerá no país. Mas como cada seguro tem suas regras próprias, para saber com certeza onde ele é válido você terá de ler os termos e condições, ou se informar junto à seguradora.
Os preços de seguro variam, entre outros, conforme a idade da pessoa, a quantidade de dias, o tipo de cobertura (mais completa ou menos), e os valores segurados. Veja abaixo alguns exemplos de preços, e clique no link para saber mais.
A principal diferença é que o seguro viagem do cartão de crédito escolhe qual plano o cliente pode utilizar e, muitas vezes, a cobertura disponibilizada não é a ideal para a viagem que o segurado está fazendo.
Além disso, por ser um serviço adicional, o seguro dos cartões de crédito trabalha majoritariamente com o serviço de reembolso, ou seja, caso você precise de atendimento no exterior, irá precisar desembolsar o dinheiro que tiver para pagar pelas despesas médicas.
Já com as seguradoras, é possível escolher o plano que melhor encaixa no tipo de viagem que a pessoa for fazer, garantindo a cobertura ideal, além de trabalharem com uma rede conveniada, onde o segurado não precisa pagar nada, caso necessite de atendimento.
O seguro viagem possui toda assistência em caso de necessidade, como médico, hotel, direcionamento da rede hospitalar mais próxima e, em caso de traslado de corpo, a seguradora cuida de todo o processo.
O seguro de bagagem complementar completa a indenização paga pela companhia aérea até o valor estabelecido na apólice. Por exemplo, se o valor para extravio de bagagem descrito na apólice for R$500,00 e a companhia aérea paga R$300,00, você receberá do seguro um valor de R$200,00 de indenização.
Por sua vez, com o seguro de bagagem suplementar, você terá direito a receber, além do valor pago pela companhia, o valor estabelecido na apólice. Por exemplo, se sua apólice for no valor de R$500,00 para extravio bagagem e a companhia aérea pagar R$300,00 de indenização, você irá receber os RS500,00 da seguradora + os R$300,00 da companhia aérea, resultando em um total de R$800,00 de indenização.
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Veja a seguir a relação de países signatários do Tratado de Schengen:
Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Noruega, Polônia, Portugal, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suécia, Suíça.
Para esses países é obrigatório o seguro viagem de €30.000,00.
Fonte: website oficial da União Europeia
Veja outras dicas práticas para sua viagem:
O que fazer em uma emergência médica
Dicas de economia em Londres – nossas dicas para você economizar nos transportes, na alimentação e nas atrações
Guia Londres em 4 dias – roteiros e dicas – roteiros explicadinhos para você aproveitar mais seu tempo na cidade
Dinheiro para Londres: o que levar?
Este post não é pago/patrocinado, mas recebemos uma pequena comissão sobre vendas de seguro efetuadas através dos links acima. Aproveite os descontos exclusivos, contribuindo com o site!
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]]>Economia nos transportes, alimentação, ingressos para atrações e muito mais
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]]>Com a nossa moeda tão desvalorizada frente à libra (e outras moedas também), todo mundo pensa em formas de economizar na viagem.

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Aqui no Londres para principiantes a gente insiste: é possível passar uns dias em Londres, aproveitar muito e não gastar mais do que se gastaria em outras capitais europeias, em que a moeda é o euro.
Veja nossas dicas de como economizar na sua viagem a Londres:

1. Ao chegar no aeroporto de Heathrow, não use o trem Heathrow Express. A linha Elizabeth do metrô faz o mesmo trajeto e passa também pela estação de Paddington, no centro de Londres.
2. Tanto a linha Elizabeth quanto a linha Piccadilly do metrô te levarão ao centro de Londres e, mesmo que seu hotel ou destino final não seja perto de uma estação dessas linhas, você pode chegar até lá fazendo troca de linha, ou pegando um táxi já no centro de Londres.
Para calcular qualquer rota de metrô em Londres, baixe o aplicativo gratuito CityMapper. É uma mão na roda!

3. Se estiver viajando com um grupo, ou família grande, faça as contas: talvez um trânsfer fique mais barato que o trem e você será levado até a porta do seu hotel. Veja aqui nossas dicas de transfer com motorista brasileiro.
4. Para usar o transporte público em Londres (metrô, ônibus, overground, tram, entre outros), jamais compre passagens individuais. Use seu cartão por aproximação diretamente na catraca. Se não tiver cartão, compre um Oyster Card, cartão especial para pagamento do transporte local.
5. Se estiver na cidade por 4 dias ou menos, use o sistema pay-as-you-go do Oyter para pagar o transporte. Você será debitado no Oyster card um valor fixo por dia e poderá usar o transporte quantas vezes quiser. Saiba mais aqui.
6. Se tiver um cartão contactless (por aproximação) que não cobra taxa extras (como o Wise), use para pagar o transporte em Londres. Ele garante as mesmas tarifas do Oyster e você não precisa pagar as 7 libras (custo do oyster), nem esquentar a cabeça. É a melhor opção
7. A forma de transporte mais barata da cidade é o ônibus. Com £5,25 (no Oyster ou cartão) é possível andar de ônibus durante um dia inteiro, em toda a região metropolitana de Londres.
8. Para andar de táxi, não pegue um tradicional “black cab” nas ruas. Eles oferecem charme e conforto, mas são bem mais caros que minicabs ou uber.
9. Ande muito a pé. Londres é uma cidade plana e a melhor forma de explorar uma determinada área é caminhando.
10. Aproveite o esquema de aluguel de bicicletas da cidade. Você paga £1,65 por 30 minutos de uso. Passe mensal para viagens ilimitadas de até 60 minutos por £20.

1. Não pague pelo café da manhã no hotel, se não estiver incluído na diária. Você certamente encontrará opções mais baratas nos diversos cafés da cidade.
2. Faça como os londrinos: na hora do almoço, coma sanduíches e saladas. Há diversas opções, mas os mais baratos são vendidos nos supermercados e farmácias (Sainsbury’s, Tesco, Boots). Procure sempre por um Meal Deal, combinado de sanduíche, bebida e snack.
3. Fazer uma refeição em um restaurante é sempre mais barato na hora do almoço. Muitos restaurantes oferecem menus executivos por um preço fixo. Pesquise! Veja informações aqui.
4. No centro de Londres, os restaurantes oferecem preço fixo também para o horário chamado “Pre-theatre” ou “Post-theatre“, ou seja, antes das 19h00 ou depois das 22h00 (variável conforme o restaurante). Detalhe: você não precisa ir ao teatro para usufruir da promoção.
5. Coma nos mercados de rua. Há sempre uma diversidade de opções, das mais variadas culinárias. No mercado Stables de Camden, por exemplo, você pode dar a volta ao mundo e fazer uma boa refeição por cerca de £8. Em Spitalfields, Brick Lane, Portobello Road e obviamente no Borough Market também há muita variedade. Outra opção mais barata que restaurantes são os food halls, leia sobre eles aqui.
6. Os restaurantes de cadeia no Reino Unido (Pizza Express, Café Rouge, Bella Italia, Nando’s, Masala Zone, Zizzi, GBK, Strada, etc.) e pubs da rede Weatherspoon costumam ter bons preços e promoções para o jantar.
7. Compre frutas, doces, guloseimas, etc. em um supermercado e carregue com você durante o dia. Você gastará muito menos do que se comprar esses itens em uma lojinha de museu, por exemplo.
8. Tenha uma garrafinha de água reutilizável e faça o refil em diversos pontos espalhados pela cidade. Em restaurantes, peça sempre “tap water” (água da torneira). É gratuita e potável.

1. Se você ainda não sabe, boa notícia: a maioria dos museus e galerias de Londres tem entrada gratuita.
2. Há uma infinidade de programas gratuitos para se fazer em Londres. Veja aqui uma lista de programas gratuitos em Londres..
3. Todas as atrações oferecem descontos para crianças, famílias, estudantes, idosos, etc.
4. Para quem estará quiser ir a muitas atrações pagas, pode ser vantajoso adquirir o Go City London Pass ou o London Explorer Pass. Faça as contas!
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6. Se estiver planejando visitar o London Eye e o museu de cera Madame Tussauds, compre pela internet um ingresso “combo”, válido para as duas atrações. É bem mais barato.
7. Os ingressos para Westminster Abbey e St. Paul’s Cathedral são caros, mas você poderá entrar nessas igrejas para ouvir, gratuitamente, o coral das igrejas na celebração chamada Evensong. Veja mais detalhes aqui.
8. Você poderá fazer lindos passeios turísticos sentado no segundo andar de um “double-decker“, o tradicional ônibus de dois andares, pagando simplesmente o preço da passagem (£1,75). Veja sugestão de rotas aqui.
9. Adquira ingressos para musicais e peças com desconto no TKTS, uma loja de venda de ingressos na Leicester Square. É possível adquirir ingressos para o espetáculo no mesmo dia, ou até com uma semana de antecedência. Saiba quais são os melhores musicais em cartaz em Londres
Leia também:
Quanto vou gastar por dia em Londres – dicas para um orçamento realista
Guia “Londres em 4 dias: roteiros e dicas” – nosso guia com tudo que você precisa saber para fazer uma viagem maravilhosa
Dicas para gastar menos em Londres – mais super dicas de economia
Dinheiro em Londres: o que levar
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Passeios em português – conheça o melhor de Londres em passeios temáticos guiados por brasileiros
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Hotéis em Londres e no Reino Unido – nossa seleção de hotéis nas melhores regiões para se hospedar
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Cartão Wise – abra conta no Wise e aproveite as vantagens de uma conta global
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]]>A moeda circulante no Reino Unido – que engloba a Inglaterra, a Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte – é a Libra esterlina (em inglês pound sterling, símbolo £).
Embora tenha sido membro da União Europeia por 47 anos, o país optou por não adotar o Euro e manteve a sua própria moeda.

Em 2024, a melhor forma de levar dinheiro para a Inglaterra é através de uma conta em moeda estrangeira, como a oferecida pelo Wise.
Fizemos um levantamento das formas de levar dinheiro em uma viagem para a Inglaterra (ou para qualquer país) e apresentamos nas abas abaixo as vantagens e desvantagens de cada uma delas, seguindo nossa ordem de preferência:
Nos últimos anos, com a popularização das fintechs e bancos digitais, ter uma conta digital internacional em moeda estrangeira se tornou uma forma legal, econômica e prática de levar dinheiro para o exterior. Atualmente é a nossa forma preferida.
Funciona assim: você abre uma conta em um banco digital (nós temos conta na Wise e recomendamos), envia dinheiro para essa conta através de transferência bancária pela própria plataforma ou por outra forma de transferência e, quando estiver viajando, usa o saldo para suas despesas no exterior.
Para sacar dinheiro da conta, você tem um cartão que é usado na função crédito, mas que só permite gastos no limite do seu saldo (como um cartão de débito). É possível também fazer saques em moeda estrangeira, seguindo algumas regras.
Vantagens da conta digital internacional:
Como a taxa de imposto incidente sobre a compra de moeda estrangeira em espécie é menor que a de de cartões de crédito brasileiros(1,1%, o que comparado com 4,38% parece ser uma grande vantagem), algumas pessoas optam por viajar com libras em dinheiro vivo.
Veja o valor da libra agora e compre moeda com segurança
No entanto, é preciso estar atento a alguns fatores, além do risco de se andar com dinheiro vivo em qualquer lugar do mundo:
Na verdade, não existe fórmula que funcione para todos e não existe um meio único de levar dinheiro para o exterior. Diversifique e assim você terá a segurança de saber que, se alguma coisa der errado, existe o plano B.
O nome da moeda usada na Inglaterra é libra esterlina.
A libra se divide em 100 pence (símbolo p), “penny” no singular.
Na gíria, uma libra é chamada de “quid” e o centavo é chamado de “p” [pi].
As seguintes oito moedas estão em circulação na Inglaterra:
Em uma face da moeda, aparece sempre uma imagem da Rainha, ou do Rei. Já o verso das moedas é frequentemente redesenhado e moedas de diferentes épocas e desenhos circulam ao mesmo tempo. Há também moedas comemorativas, como a do Jubileu de Platina que foi lançada recentemente.
Um dos modelos recentes das seis moedas de pence inclui diferentes partes do Emblema Real (como na figura abaixo).
A moeda de 1 libra traz desde 2016 no verso a imagem de uma rosa (símbolo da Inglaterra), um alho poró (símbolo do país de Gales), um cardo (símbolo da Escócia) e um trevo (símbolo da Irlanda do Norte) unidos por uma coroa.
Já a moeda de 2 libras desde 2015 apresenta a imagem da chamada Britânia, que é a personificação feminina da Grã-Bretanha.

As notas em circulação são as seguintes: £5, £10, £20 e £50.
Em todas elas, a Rainha aparece estampada em um dos lados da nota. No verso, há um homenageado criteriosamente escolhido.

Veja a seguir os detalhes de cada nota:
Primeira nota a ser impressa em polímero no Reino Unido, esta cédula foi lançada em 2016. Ela tem estampada o rosto do Primeiro Ministro Winston Churchill e a imagem do Palácio de Westminster.
Na imagem, o Big Ben marca 3 horas, hora aproximada em que, no dia 13 de maio de 1940, o Premiê declarou: “I have nothing to offer but blood, toil, tears and sweat” (“Nada tenho a oferecer senão sangue, trabalho, lágrimas e suor”), frase impressa na nota.
A nota de 5 libras é popularmente chamada de “fiver“.
As cores predominantes são o azul/verde.

Lançada em 2017, foi a segunda nota britânica a ser impressa em polímero. A escritora Jane Austen, autora de romances famosos, entre eles “Razão e Sensibilidade” e “Orgulho e Preconceito”, é a homenageada.
A nota de £10 libras reproduz uma frase retirada do romance “Orgulho e Preconceito”: ‘I declare after all there is no enjoyment like reading!’ (Eu declaro afinal que não existe um prazer igual à leitura!).
A nota de 10 libras é chamada informalmente de “tenner“.
As cores predominantes são laranja e marrom.

A nova cédula de £20 libras, lançada em fevereiro de 2020, tem a imagem do artista britânico JMW Turner e um de seus quadros mais famosos – The Fighting Temeraire – na imagem de fundo. A nota traz também uma famosa frase do artista: “Light is therefore colour” (Luz é portanto cor).
A cor predominante é o lilás.

A nova nota de £50 libras entrou em circulação no dia 23 de junho de 2021.
O matemático Alain Turing, reconhecido como um dos pais da computação, será o homenageado.
A frase escolhida para aparecer na nota foi dita por Turing em uma entrevista em 1949: “This is only a foretaste of what is to come, and only the shadow of what is going to be” (Isso é apenas um aperitivo do que está por vir e apenas a sombra do que se tornará).
A cor predominante é o vermelho/marrom.

Leia aqui sobre o custo de vida em Londres e salários na Inglaterra
Não existe no Brasil uma taxa de câmbio oficial. O que vemos divulgado pelo Banco Central e pela imprensa em geral é uma taxa média praticada no mercado interbancário, que serve como referência.
Mas operações de câmbio de naturezas diversas – como exportação, importação, transferências financeiras, compra de moeda em espécie – têm taxas diversas, cada uma refletindo os custos financeiros e administrativos envolvidos.
As operações relativas a compra e venda de moeda para viagens internacionais, em espécie ou em forma de cartões pré-pagos em moeda estrangeira, normalmente têm taxas um pouco maiores que a taxa de referência.
Como cada operador (corretoras, bancos, etc.) é livre para determinar esta taxa, observamos uma variação de local para local. Veja um comparativo entre valores de diversos operadores em tempo real no site MelhorCambio.
Em início de 2024, para comprar 1 libra em papel moeda você pagaria cerca de R$6,80 (câmbio turismo) já incluso o iof. Este valor, no entanto, varia a cada momento, ele não é fixo.
Para saber o valor atual da libra em relação ao real, o site MelhorCâmbio oferece um comparativo de preços em tempo real em diversas casas de câmbio do país, tanto para compra de libras, euros ou dólares em papel moeda, quanto para compra de moeda carregada em cartão pré-pago.
Veja abaixo respostas para as principais dúvidas dos nossos leitores.
A resposta é SIM e NÃO.
SIM: Algumas lojas de departamentos (como a Harrods, Selfridges, etc.) e outras grandes lojas, que têm os turistas como clientes, aceitam Euros, mas certamente a taxa de câmbio usada para a conversão será inferior à que você conseguiria se trocasse seus Euros em outro local (veja abaixo).
Nos aeroportos também, muitos locais aceitam notas de Euro, mas a regra é a mesma: o cliente geralmente perde em termos de taxa de câmbio.
NÃO: Na grande maioria das lojas, bares, restaurantes, etc., seus Euros não serão aceitos e você terá de trocá-los antes de efetuar as compras.
Se você for pagar com cartão de crédito, tudo será cobrado em libras convertidas para a moeda do cartão.
Se você está vindo de outros países da Europa e tem euros, ou se trouxe dólares para a viagem, terá de trocar essas moedas pela libra.
No centro de Londres, há centenas de pequenas casas de câmbio, que anunciam a taxa de câmbio em cartazes ou letreiros eletrônicos.
Antes de trocar seu dinheiro, no entanto, pergunte se há outros encargos ou “hidden fees” (taxas ocultas) a serem descontados, assim você saberá exatamente quanto receberá pelo seu suado dinheiro.
Uma casa de câmbio que tem boa reputação é a Thomas Exchange Global, com cerca de 15 lojas no centro de Londres.
Você pode fazer o câmbio também nas diversas agências bancárias da cidade, ou lojas e agências de turismo, como American Express, que oferecem geralmente uma taxa melhor, mas cobram comissão.
Até mesmo as agências dos Correios fazem câmbio, embora as taxas praticadas geralmente não sejam muito boas. As lojas de departamentos Marks & Spencer também têm um Bureau de Change e geralmente a taxa não é ruim.
De maneira geral, você sempre terá uma taxa melhor quanto mais dinheiro trocar.
Nos aeroportos também é possível fazer o câmbio, mas normalmente encontram-se taxas melhores no centro da cidade.
É claro que esta é uma questão muito pessoal, mas ultimamente não é preciso ter dinheiro em espécie em Londres. Tudo se paga com cartão, até gorjeta para artista de rua. Mas se você quiser se garantir, para caso de perda ou falha do cartão, sugiro que leve 50-100 libras.
Veja aqui uma previsão de gastos por dia em Londres.
Muita gente nos faz esta pergunta e, apesar de não sermos economistas para dar uma resposta tecnicamente correta, sempre apontamos para o seguinte fato: se você for a Londres de férias para passar poucos dias, pense se você vai querer perder uma manhã ou um dia das suas férias procurando casas de câmbio, comparando taxas e tarifas cobradas e andando com muito dinheiro em espécie.
Em Londres, como em qualquer outra metrópole do mundo, você também corre riscos quer seja de ser furtado ou de ser vítima de um golpe (veja acima).
Mesmo que a taxa seja um pouquinho melhor (e eu não sei se é), você perderá um tempo preciosíssimo das suas férias e deixará de aproveitar o que a cidade tem de bom.
Assim, sugerimos que troque seus reais por libras no Brasil, antes da viagem.
Essa é nossa sincera opinião.
Veja aqui como economizar na compra de libras.
As notas de libras serão substituídas e as novas notas terão a estampa do Rei Charles III. Esta mudança, no entanto, será bem gradual, e as notas antigas (com a estampa da Rainha Elizabeth) continuarão a valer ainda por alguns anos.
Cuidado com golpes na hora de trocar moeda
Recentemente fui alertada de um golpe sofrido por pelo menos dois de nossos leitores ao tentar fazer o câmbio em Londres.
Eles foram abordados, quando estavam procurando uma casa de câmbio no centro da cidade, por pessoas bem vestidas e educadas que diziam poder ajudar com uma taxa melhor.
No final das contas, as pessoas foram muito lesadas porque, ao contarem as libras que receberam, viram que estavam faltando várias notas.
Por isso, na hora de fazer o câmbio, procure uma agência bancária, uma casa de câmbio estabelecida na rua, um bureau de câmbio de agências de turismo, lojas, ou mesmo das agências de correios.
Jamais tente levar vantagem trocando seu dinheiro com uma pessoa qualquer nas ruas, por mais bem vestida que ela esteja.
Não tenha dúvidas: o sujeito está querendo se aproveitar de você em um momento de vacilo por estar em um país estrangeiro. Não caia no golpe.
Facilite seu planejamento da sua viagem com o Guia Londres - Roteiros e Dicas. São 5 roteiros com mapas interativos e todas as informações. Tudo o que você precisa para planejar sua viagem a Londres! Brinde exclusivo: Planner de Viagem para Londres - informações, planilhas e checklists para um planejamento perfeito de viagem. Clique aqui para conhecer!
Londres em 4 dias – roteiros e dicas – tudo que você precisa para se dar bem na sua primeira viagem a Londres
Quanto vou gastar por dia em Londres?
Principais pontos turísticos em Londres
Alimentação em Londres : quanto custa
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]]>Já fiz a pergunta “O que fazer em Londres?” a muitas pessoas (londrinos ou não) que conhecem bem a cidade e obtive respostas variadas.
Não é surpresa, já que uma cidade tão cosmopolita, multicultural e milenar oferece programas para todos os perfis de viajantes.
A relação abaixo inclui 10 programas bem típicos e que estão em geral na lista de programas imperdíveis em Londres. É um bom começo para quem está planejando uma viagem para esta cidade incrível.
Para qualquer dúvida, estamos à disposição em contato@londresparaprincipiantes.com
No final deste artigo, você encontra um mapa com os principais pontos turísticos de Londres e informações sobre eles.
De acordo com seu interesse, escolha os pontos turísticos que mais te agradam, entre museus, atrações, bairros, mercados. Veja no mapa onde se localizam e defina roteiros diários incluindo as atrações escolhidas.
Clique aqui para pular diretamente para o mapa.
Nossa sugestão é que você divida os roteiros por áreas da cidade para não ter que ficar perdendo tempo com transporte de um lado a outro, fazendo um verdadeiro zigue-zague. Quer roteiros prontos e otimizados? Conheça nosso guia com roteiros testados e aprovados.
Para cada dia que for ficar na cidade, explore uma área diferente, otimizando ao máximo seu tempo. Dessa forma, você também economiza no transporte.
Lembre-se de que Londres é uma cidade muito grande e que você levará, por exemplo, mais de meia hora de metrô para ir da Torre de Londres ao Palácio de Kensington.
Assim, se concentre um dia no lado leste, onde está a Torre de Londres e muitas outras atrações, e outro dia no lado oeste, onde está o Palácio de Kensington, o Hyde Park e alguns museus espetaculares. Nos outros dias, escolhas outras áreas, como a margem sul do Tâmisa, a região central, ou o norte da cidade.
Se quiser aproveitar roteiros testados e aprovados por nossos leitores, conheça nosso e-book, Londres – roteiros e dicas. São 5 roteiros divididos por áreas da cidade, que incluem os pontos turísticos mais populares juntamente com locais charmosos. Os roteiros podem ser adaptados para sua necessidade. Clique aqui para conhecer.

Para quem tem muito pouco tempo para conhecer os pontos turísticos de Londres sugerimos fazer um passeio guiado ou pegar um ônibus turístico do tipo hop-on hop-off, em que você compra a passagem por um dia ou mais e pode subir e descer do ônibus quantas vezes quiser. Leia aqui sobre esses ônibus.
Conheça aqui os passeios guiados em português em pequenos grupos que oferecemos.
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Passeios em português – conheça o melhor de Londres em passeios temáticos guiados por brasileiros
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Hotéis em Londres e no Reino Unido – nossa seleção de hotéis nas melhores regiões para se hospedar
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O rio Tâmisa, que cruza a cidade de oeste a leste, é a própria razão de existência de Londres. Foi devido às condições de navegabilidade e à possibilidade de construção de uma ponte entre as duas margens que os romanos, há quase dois mil anos, instalaram um entreposto comercial no local que hoje conhecemos como City of London.
Muita água passou neste rio desde então e atualmente algumas das atrações mais lindas da cidade se encontram nas margens do Tâmisa.
Começando pelo lado oeste, temos o palácio de Henrique VIII, o Hampton Court Palace, e em seguida o Jardim Botânico Real, Kew Gardens.
Continuando no curso do rio, chegamos à área central da cidade em Westminster que, com o prédio do parlamento, o icônico Big Ben e a roda gigante panorâmica, London Eye, é das áreas mais fotografadas (e espetaculares) da cidade.

Seguindo o passeio, encontramos na margem sul do rio, a galeria de arte moderna, Tate Modern, e o teatro de Shakespeare, The Globe. Já na margem norte, podemos avistar a cúpula da catedral de São Paulo. A ponte de pedestres chamada Ponte do Milênio, une as duas margens, bem em frente à galeria Tate Modern.
Neste ponto, a linda ponte cartão postal da cidade, Tower Bridge, já se mostra e, a seu lado, a fantástica Torre de Londres. Seguindo o passeio rumo leste, você chegará a Greenwich.
O trecho entre Westminster e Tower Bridge pode ser feito tranquilamente a pé, mas se você quiser seguir até Greenwich, sugerimos pegar um barco.
Da Torre de Londres a Greenwich são 20 minutos de barco e lá podemos admirar uma área que é considerada patrimônio mundial pela UNESCO. Leia aqui sobre Greenwich.
Leia também: o que não fazer em Londres
Os mercados de Londres são parte integrante do dia a dia do londrino e representam muito bem a variedade cultural e étnica da cidade. Neles, encontramos de tudo: de flores a comidas, de arte moderna a antiguidades de roupa usada a novas griffes, de bugigangas a verdadeiras joias.
Nos grandes mercados, como Spitalfields, Camden e Portobello Road, é possível passar um dia inteiro, não só buscando boas compras, mas também apreciando o cenário divertido em que se misturam turistas, feirantes e locais.
Não faltam também, nas proximidades dos mercados, opções de bares, pubs, cafés e restaurantes para completar o programa.

O mercado de alimentos mais antigo e famoso de Londres, o Borough Market, é uma opção deliciosa. Embora com características diferentes dos outros, pois é um mercado exclusivamente de produtos alimentícios, merece a visita mesmo de quem não se considera um “gourmand”.
Afinal, além da possibilidade de se deliciar com os produtos, lembre-se de que é possível aprender muito sobre um povo conhecendo seus hábitos alimentares!
Leia mais, clicando nos nomes:
Conheça também nosso guia gratuito, Mercados de Londres, clicando aqui.
Podemos considerar que a Inglaterra tem três pratos nacionais:
Este último, considerado o novo e surpreendente terceiro prato de comida típica da Inglaterra, tem fortes raízes na Índia e no Paquistão.
Este tipo de ensopado é conhecido pelo nome genérico de Curry e você pode experimentar um mais ou menos apimentado nos diversos restaurantes indianos e paquistaneses da cidade.
Além desses pratos típicos, também não deve faltar em uma visita a Londres, experimentar o tradicional chá da tarde. O chá é acompanhado de sanduíches salgados, pãezinhos chamados scones, e docinhos e bolos variados. Veja aqui nossa sugestão de locais para um chá da tarde
Leia aqui sobre os 20 pratos típicos da culinária britânica.
Para conhecer um pouco além do centro de Londres, pegue um trem ou metrô e se aventure além da zona 1 de transporte.
Você pode conhecer Richmond, por exemplo, bairro no oeste da cidade que fica às margens do Tâmisa e que tem um parque lindo, o Richmond Park.
Outro bairro interessante de Londres, este no lado leste e com características bem distintas de Richmond é Shoreditch, um local que sofreu imensas transformações nas últimas décadas e de área derrubada da cidade passou a ser um dos locais mais descolados de Londres. Leia aqui sobre Shoreditch.

Astronomia, natureza, história, arte, gastronomia e compras. Greenwich é um dos bairros mais versáteis de Londres, e possui tantas atrações diferentes que vale a pena separar um dia inteiro para explorar a região. Leia aqui nosso artigo sobre Greenwich.
Outra sugestão seria conhecer o Palácio de Hampton Court que fica no oeste de Londres e é espetacular. Nesta região se encontra também Kew Gardens, o Jardim Botânico Real.
Os Pottermaníacos vão querer ir aos estúdios Warner conhecer os truques e os bastidores da série de filmes Harry Potter. Os estúdios ficam no norte da cidade, há cerca de 20 minutos de trem da estação Euston. Leia aqui sobre os estúdios Warner.
Além de se aventurar para fora do centro de Londres, é muito fácil fazer passeios bate-volta a partir de Londres. Um dos mais populares é ir a Windsor para conhecer não somente o Castelo onde se casaram Harry e Meghan, mas também para desfrutar um pouco desta cidade adorável.
Veja aqui outros 10 passeios próximos a Londres
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Poucas cidades do mundo oferecem uma gama tão variada de museus espetaculares, a maioria deles com entrada gratuita.
Os museus em Londres permanecem abertos todos os dias do ano, com exceção dos dias 24, 25 e 26 de dezembro, quando a maioria permanece fechada.
São os seguintes, os principais museus da cidade:
Há ainda diversos outros museus e galerias que podem interessar a quem quer ir além das rotas mais percorridas:
Nossa dica para visitar museus é nunca querer conhecer tudo de uma vez. Escolha uma ala do museu, ou trace um roteiro pelas peças que você quer mais conhecer e tente focar nisso. Assim, você não fica exausto e não se concentra no que não conseguiu ver!
O Museu Britânico, por exemplo, é imenso e levaria anos para você conhecer tudo o que está em exibição. Assim sugerimos um roteiro de uma hora entre as peças mais famosas do Museu.
O West End é uma região do centro de Londres comparada à Broadway de Nova York, pois reúne cerca de 40 teatros e casas de espetáculos onde são exibidos o que há de melhor em espetáculos teatrais comerciais do mundo.
Ir ao teatro na capital britânica é uma tradição antiga e ainda muito popular. Segundo dados da Society of London Theatre mais de 15 milhões de espectadores vão ao teatro anualmente na cidade.

Entre os espetáculos de maior sucesso estão os musicais, com produção maravilhosas que certamente vão deixar lembranças eternas.
Os musicais de maior sucesso em cartaz incluem os tradicionais Fantasma da Ópera, sucessos da Disney como Rei Leão , o sempre adorável Mamma Mia e outros lançamentos recentes.
Veja aqui nossa lista de melhores musicais do West End.
A cerveja “ale” é a mais típica e adorada na Inglaterra e degustá-la em um pub inglês tradicional é uma experiência única. Tem de estar na lista do que fazer em Londres!
O que é um pub? Bem, a definição do dicionário é “um estabelecimento comercial onde são vendidas e consumidas bebidas alcoólicas“. Mas não é só isso!
Pub Crawl – um passeio guiado em português em pequenos grupos por pubs históricos de Londres. História, arte, cultura, diversão e cervejas em 4 horas de passeio. Clique aqui para conhecer
O pubs britânicos exercem um papel fundamental na vida social da maioria dos habitantes do país e são parte integrante da cultura local, tanto quanto tomar chá e comer “fish and chips”.
Por isso sugerimos uma ida a um pub, mesmo para quem não consome bebida alcoólica. Um programa imperdível em Londres!
Leia aqui nosso guia completo sobre pubs de Londres
Veja aqui outras opções do que fazer em Londres à noite.
Embora o sistema de metrô da cidade seja maravilhoso e também um ponto turístico (“Mind the Gap“), aconselhamos você a não andar só de metrô na cidade.
Se forem somente duas ou três estações entre os pontos de partida e chegada, vá a pé. Você aprecia a cidade, gasta energia e provavelmente levará menos tempo que o metrô, já que não terá de subir e descer, ou fazer baldeação se precisar.

Arrisque também pegar um ônibus, pois alguns têm rotas lindíssimas. Se for um “double decker” (dois andares), vá para o andar de cima e sente no banco da frente. Leia aqui sobre algumas rotas dos ônibus de Londres que são verdadeiros city-tours.
Outra opção ecológica, barata e saudável, é usar o sistema de aluguel de bicicletas oferecido pela prefeitura. Há estações espalhadas por toda região central da cidade, o aluguel é bem baratinho e você se diverte enquanto se desloca. Leia aqui sobre o sistema de aluguel de bicicletas de Londres.
Escolha duas ou três atrações ou passeios que queira fazer em um dia. Assim você terá tempo para curtir o que estiver fazendo, não ficará exausto no final e terá motivos para voltar à cidade.
Se o clima estiver agradável, aproveite para fazer uma paradinha em um dos muitos parques da cidade. O Hyde Park é o mais famoso deles, mas há diversas opções de áreas verdes maravilhosas, mesmo no centro de Londres. Compre umas guloseimas no supermercado e faça um piquenique para relaxar!
***
Conheça também nossos artigos especiais sobre Londres a cada mês, em que falamos do clima, o que levar, programas únicos e programação cultural e esportiva. Clique aqui para ler.
Londres com crianças? Veja aqui nossa seleção de programas para fazer em Londres com crianças.
Leia também: quanto vou gastar por dia em Londres? com dicas de como fazer um orçamento realista e formas de economizar
Londres é uma cidade grande que tem muito a oferecer. O ideal para um turista conhecer os principais pontos da cidade sem muita correria é passar 4 ou 5 dias.
Se tiver a possibilidade de ficar mais do que isso, dá para fazer um passeio bate-volta para conhecer outra cidade da Inglaterra.
Clique na atração no mapa para ter mais informações, ou clique aqui para ver informações sobre os 40 principais pontos turísticos de Londres.
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]]>As melhores áreas para se hospedar na cidade
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]]>Se você está perdido procurando o melhor lugar onde se hospedar em Londres, leia esta explicação geral com algumas dicas. Espero que fique mais fácil achar seu canto na cidade!
Londres, com uma população de mais de 8 milhões de habitantes, é uma das maiores cidades da Europa.
No entanto, é numa área central restrita da cidade, que corresponde aproximadamente à zona 1 do transporte, que a grande maioria dos turistas se hospeda e por aí passeia.

É essa área central que está representada no mapa* acima.
O centro da cidade oficial, ponto de onde são contadas as distâncias de e para Londres, é a Trafalgar Square, marcada com a seta vermelha no mapa.
O que está à esquerda da praça no mapa é considerado West (oeste) e o que está à direita East (leste). A orientação norte e sul se relaciona ao Rio Tâmisa (River Thames), que cruza a cidade fazendo várias curvas e desvios no percurso. A margem sul do Tâmisa é geralmente denominada Southbank.
Embora as distâncias no mapa pareçam pequenas, lembre-se de que estão representadas somente as avenidas principais e que na verdade são quase 10 km de distância entre a Torre de Londres (no Leste) e Kensington Gardens (no oeste) e quase 5 km da estação de King’s Cross no norte ao Imperial War Museum no sul. O percurso de metrô da estação Tower Hill (leste) à Notting Hill Gate (oeste) leva em torno de meia hora.
Ao observar o mapa, outra questão que salta aos olhos é que as atrações turísticas se espalham por toda esta área da cidade, não havendo assim um lugar em que seja possível se hospedar e visitar todas as atrações sem necessidade de usar alguma espécie de transporte.
É bom frisar que não existe em Londres uma área considerada “a melhor” para se hospedar, mas há áreas mais adequadas de acordo com suas expectativas, suas necessidades e seu orçamento.
Por isso, na hora de decidir onde se hospedar em Londres é bom considerar as questões abaixo:
Este é na minha opinião o principal critério para a escolha de onde ficar: estando localizado nas zonas de transporte 1 ou mesmo 2 (veja o mapa do metrô aqui), tendo uma estação de metrô próxima e com um oyster/travelcard em mãos, nenhum ponto turístico vai estar muito longe do seu hotel.
O sistema de transporte em Londres, que além do famoso metrô inclui também uma rede extensa de ônibus, trens rápidos, metrô de superfície e até ônibus-barco, é muito eficiente e você poderá contar com ele dia e noite.
[Clique nos links para sugestões de hotéis]
Há transporte fácil para o hotel? Se você não sabe, leia este post a respeito do transporte para Heathrow, este para Gatwick e este para Stansted.
Para quem chega em Heathrow, por exemplo, os hotéis em South Kensington/Earl’s Court são super práticos, é só pegar a linha Piccadilly do metrô direto para o hotel.
Para quem vai ou vem de Gatwick, se hospedar na região de Victoria pode ser uma boa ideia. É na estação Victoria que chegam os trens vindos do aeroporto e Victoria tem uma boa gama de opções de hospedagem.
Quem estiver vindo da Europa de trem Eurostar vai encontrar opções na região da estação St Pancras e King’s Cross, área que foi totalmente revitalizada, oferece facilidade de transporte para todos os lados e hotéis de todos os níveis.
Clique aqui para conhecer um pouco mais de Earl’s Court, um bairro com opções com bom custo-benefício.
Lembre-se de que quanto mais central for o hotel, mais caro será.
É claro que existem hotéis de várias faixas de preços em todas as áreas mostradas no mapa acima, mas quanto mais afastado da área próxima a Leicester Square (que engloba as regiões chamadas Soho, West End e Covent Garden), menos você pagará por um hotel de mesmo nível.
Além disso, dependendo da área você consegue ótimos descontos, como por exemplo, preços especiais para final de semana em hotéis da City, área financeira da cidade, que são ocupados principalmente para negócios.
Em termos gerais, recomendamos para quem quer gastar menos com hotel, buscar na área de Earl’s Court (a 15-20 minutos de metrô do centro), ou perto das estações Paddington (especialmente a região de Bayswater) e Kings Cross.
Os hotéis mais em conta (ou menos caros) em Londres normalmente são os chamados “bed and breakfast”, hotéis simples e independentes espalhados pela cidade. Normalmente são casas vitorianas de 4 ou 5 andares adaptadas para abrigar o hotel. Muitos não contam com elevador. Nesses locais você também encontrará quartos triplos, quádruplos ou outros arranjos para famílias.
Outra opção de hotel barato em Londres são as redes de hotéis budget, chamadas “no frills” (sem frescura). Na Inglaterra as redes mais populares são Travelodge e Premier Inn. As duas redes têm diversos hotéis bem localizados no centro de Londres. Outras redes budget incluem o EasyHotel, PointA, Comfort Inn, entre outros.
Leia também: qual é o melhor hotel Ibis em Londres
Para decidir onde se hospedar em Londres, é bom também saber que tipo de programa você irá fazer na cidade. Veja só:
Quem gosta de museus, pode ficar bem em South Kensington/ Earl’s Court ou Bloomsbury (região onde se encontra o Museu Britânico)
Quem quer curtir os teatros e a noite, talvez prefira ficar no West End ou Covent Garden para não ter de se preocupar com o transporte noturno;
Quem quer ir às compras vai gostar de Mayfair ou Marylebone, próximo à Oxford Street
Para conhecer uma Londres alternativa, fique mais a leste, na City ou em Shoreditch, área descolada e também com vida noturna animada.
***
Se você está buscando hotéis em Londres, veja diversas opções no Booking (link de afiliado) com resenhas de pessoas que já se hospedaram, mapa da localização e muitas informações interessantes.
Consulte também nossa página de Hotéis. Lá você encontra uma descrição das áreas mais comuns e populares de hospedagem em Londres com hotéis recomendados com ótimo custo benefício.
Escolher um hotel bem localizado e com boa relação custo benefício exige muita pesquisa. Conta para nós a sua estratégia!
*Este mapa é baseado neste outro aqui. Procurei saber quem é o autor, para dar os devidos créditos, mas não encontrei referências. É um mapa mais antigo (tive de fazer algumas atualizações) que me parece ter sido escaneado e reproduzido em vários websites.
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Leia também aqui no blog:
Seleção de hotéis em Londres com mapa
Como alugar um apartamento em Londres
Os cinco melhores hostels de Londres
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