Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home/londre5/public_html/index.php:1) in /home/londre5/public_html/wp-includes/feed-rss2.php on line 8 Exposições temporárias Archives | Londres para principiantes
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para principiantesSat, 15 Aug 2026 13:43:49 +0000pt-BR
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3232Mostra do vestido de noiva de Meghan Markle em Windsor
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Wed, 29 Aug 2018 12:12:22 +0000https://www.londresparaprincipiantes.com/?p=31587Mostra do vestido de noiva de Meghan Markle no Castelo de Windsor
]]>O Royal Collection confirmou hoje que os trajes usados por Meghan Markle e pelo Príncipe Harry no seu casamento serão parte de uma mostra especial “A Royal Wedding: The Duke and Duchess of Sussex“.
A mostra acontecerá no período entre 26 de outubro de 2018 e 17 de fevereiro de 2019 no Castelo de Windsor e entre 14 de junho e 6 de outubro de 2019 no Palácio de Holyroodhouse em Edimburgo.
O vestido de noiva de Meghan Markle, conhecida atualmente como Duquesa de Sussex, foi criado pela designer britânica Clare Waight Keller, diretora artística da maison francesa Givenchy.
O vestido é feito de seda especialmente desenvolvida pela designer na Europa e embora aparente simplicidade tem uma estrutura que foi meticulosamente construída. Uma das principais características do vestido é o decote canoa.
O véu feito de tule de seda tem cinco metros e apresenta uma barra bordada com exemplares da flora de 53 países membros da Commonwealth, uma referência ao trabalho de Harry e Meghan como Embaixadores Jovens da Commonwealth. Meghan fez questão de incluir ainda duas de suas flores favoritas: uma comum nos jardins do Palácio de Kensington e uma típica da Califórnia, local de nascimento da duquesa.
Foram mais de 100 horas de trabalho de uma equipe de bordadeiras, que lavavam as mãos a cada 30 minutos para que o tecido e as linhas se mantivessem impecáveis.
A mostra não estaria completa sem a espetacular tiara de diamantes e platina que completava o traje e que é parte da coleção da Rainha Elizabeth. A tiara, que será apresentada ao público pela primeira vez, foi feita em 1932 para a Rainha Mary, avó da Rainha Elizabeth.
Também parte da mostra, uma cópia idêntica do modelo militar usado por Harry, feito especialmente para a ocasião pelos alfaiates Dege & Skinner da famosa Savile Row.
]]>Exposição celebra os 90 anos de estilo da Rainha Elizabeth
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https://www.londresparaprincipiantes.com/exposicao-celebra-os-90-anos-de-estilo-da-rainha-elizabeth/#commentsFri, 12 Aug 2016 15:36:33 +0000https://www.londresparaprincipiantes.com/?p=25463A Stefany Hackbarth, brasileira Consultora de Moda e Personal Shopper em Londres que está escrevendo no Londres para Principiantes sobre moda e beleza, visitou a exposição “Fashioning a Reign: 90 Years of Style from the Queen’s Wardrobe“, que aconteceu no Palácio de Buckingham em 2016. Ela nos conta o que viu no artigo abaixo e deixa […]
]]>A Stefany Hackbarth, brasileira Consultora de Moda e Personal Shopper em Londres que está escrevendo no Londres para Principiantes sobre moda e beleza, visitou a exposição “Fashioning a Reign: 90 Years of Style from the Queen’s Wardrobe“, que aconteceu no Palácio de Buckingham em 2016. Ela nos conta o que viu no artigo abaixo e deixa um recado para nossas leitoras apaixonadas por moda: é imperdível!
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Exposição celebra os 90 anos de estilo da Rainha Elizabeth
Para comemorar o aniversário de 90 anos da Rainha, está sendo exibida (2016) no Palácio de Buckingham uma exposição que reúne 150 looks usados pela majestade nas mais importantes ocasiões de sua vida.
A exposição é dividida em 3 salas e é possível acompanhá-la munido de um guia digital (com tradução para o português), contando a história da Rainha, seu vestuário, estilistas e um pouco da arquitetura e construção do Palácio.
Dentre os modelos expostos está o mandrião usado pelo príncipe George, filho de William e Kate, que é a réplica do modelo usado no batismo da própria Rainha. O original foi encomendado pela Rainha Victoria para o batismo do seu primeiro filho em 1841 e foi usado por mais de 60 bebês reais. Com o passar do tempo a peça tornou-se frágil e foi substituída por outra, confeccionada pelas costureiras do próprio Palácio.
O modelo new look, que foi um marco na história da moda e causou uma revolução no estilo das mulheres de todo mundo nos anos 40, não podia ficar de fora. Esse estilo foi lançado pelo estilista Christian Dion, apresentado no seu primeiro desfile e em pouco tempo tornou-se tendência na alta costura. O sucesso deve-se ao seu tom ousado, adotando silhuetas marcantes e bustos à mostra.
A rainha, que costumava causar com seus chapéus e vestidos bastante singulares na época, foi uma das adeptas desse novo estilo e parou o mundo com o seu modelo preto de veludo, desenhado por seu estilista preferido, Norman Hartnell.
O vestido usado pela Rainha para a sua atuação com James Bond no curta exibido na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Londres em 2012 (clique aqui para assistir) também está exposto. O modelo todo de renda com as costas bordadas em cristal cor pêssego foi confeccionado em duas versões pelas costureiras do Palácio, com a colaboração de Danny Boyle, diretor da cerimônia. Porém, ninguém sabia para qual ocasião ele seria usado e muito menos o motivo de serem confeccionados dois modelos exatamente iguais.
O vestido de noiva, também desenhado por Hartnell, é um dos modelos mais surpreendentes pela sua riqueza de detalhes. Ele é todo bordado com pérolas, fios de prata e cristais. O designer diz ter se inspirado no quadro “Primavera” de Botticelli.
Vestido de noiva da então Princesa Elizabeth, 1947, Norman Hartnell – Royal Collection Trust / Her Majesty Queen Elizabeth II 2016.
Também há várias outras peças interessantes, como os vestidos usados em visitas oficias a outros países, seus uniformes do serviço territorial auxiliar, onde servia antes do casamento, croquis de peças desenvolvidas especialmente para a Rainha, os trajes de sua coroação e também os últimos modelos escolhidos para as comemorações do seu aniversário de 90 anos.
Entre eles, o surpreendente vestido verde-limão desenhado por Stewart Parvin com chapéu criado por Rachel Trevor-Morgan usado pela Rainha na comemoração oficial de seu aniversário de 90 anos na cerimônia Trooping the Colour, em junho de 2016.
A exposição é um belíssimo resgate a história da moda e a cultura britânica. Particularmente, mesmo eu sendo uma entusiasta de história e fascinada por moda, a exposição me deu outra dimensão como se, de alguma forma, tivesse feito uma viajem ao tempo. Simplesmente incrível.
A mostra Fashioning a Reign: 90 Years of Style from The Queen’s Wardrobeé parte das atrações incluídas na visita aos Salões de Estado do Palácio de Buckingham que acontece no período de 23 de julho a 2 de outubro de 2016. Leia aqui sobre a visita ao Palácio de Buckingham e como adquirir ingressos.
É proibido fotografar a mostra e o interior do Palácio. As fotos acima foram disponibilizadas pela Royal Collection Trust.
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Stefany Hackbarth é Consultora de Moda e Personal Shopper em Londres. Estudou Visual Merchandising e Consultoria de Imagem pela EnModa e Personal Styling pela LCF. Catarinense, Stefany vem das lindas praias de Balneário Camboriú e mora atualmente em Londres com o marido e o filho. Para conhecer mais sobre o trabalho dela, envie um e-mail para lookthat0.0@gmail.com.
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Mon, 15 Jun 2015 19:48:41 +0000http://www.londresparaprincipiantes.com/?p=21743No dia 15 de junho de 2015 comemorou-se os 800 anos desde que a Magna Carta, documento considerado como a pedra fundamental do sistema judiciário e da constituição do Reino Unido, recebeu o selo do rei John. O documento de 1215 lançou pela primeira vez a ideia de que o monarca não está acima da lei e que […]
]]>No dia 15 de junho de 2015 comemorou-se os 800 anos desde que a Magna Carta, documento considerado como a pedra fundamental do sistema judiciário e da constituição do Reino Unido, recebeu o selo do rei John. O documento de 1215 lançou pela primeira vez a ideia de que o monarca não está acima da lei e que todas as pessoas têm direito a um julgamento justo.
Homenagem no google.co.uk
Não se sabe ao certo quantas transcrições do texto foram produzidas em 1215, mas é certo que foram várias, já que o documento foi enviado pelo rei a diversas partes da Inglaterra.
Atualmente, 4 cópias da Magna Carta sobrevivem: duas estão na British Library em Londres, uma na Catedral de Salisbury e uma na Catedral de Lincoln.
Breve história da Magna Carta
O Rei John (1199-1216) tinha uma longa história de abuso de poder, fracassos militares e políticos, além de ter impingido aos súditos substanciais aumentos de impostos.
Em 1215, um grupo de aristocratas ingleses (denominados “os Barões”) se revoltou e decidiu montar acampamento em Runnymede, um lugarejo nas margens do Tâmisa próximo ao Castelo de Windsor.
O objetivo era forçar o Rei a selar um acordo que limitasse seus poderes arbitrários e que definisse claramente os direitos dos Barões e de todos os “homens livres” da Inglaterra.
Na verdade, segundo os historiadores, o intuito era proteger os direitos da aristocracia inglesa. O Rei, acuado, não teve outra opção a não ser apor seu selo no documento que ficou conhecido como Magna Carta, no dia 15 de junho de 1215.
Embora não tenha sido redigida como uma declaração universal de direitos humanos, já que não protegia os direitos dos camponeses e trabalhadores, a Magna Carta foi revolucionária não só por ter limitado os poderes do Rei, mas também por estabelecer pela primeira vez o conceito de governo pela lei e pela liberdade, que hoje é garantido na constituição de diversos países modernos.
A Magna Carta foi redigida em latim e tem 63 cláusulas, das quais apenas 3 continuam válidas: uma que defende as liberdades e os direitos da Igreja Anglicana, uma que confirma as liberdades e os costumes de Londres e outras cidades, e uma que garante que todo cidadão tem direito à justiça e a um julgamento justo.
No free man shall be taken or imprisoned or dispossessed, or outlawed or exiled, or in any way destroyed, nor will we go upon him, nor will we send against him except by the lawful judgement of his peers or by the law of the land.
―Magna Carta, cláusula 39
Exposição comemorativa dos 800 anos da Magna Carta na Biblioteca Britânica
A British Library preparou uma grande mostra para celebrar os 800 anos do documento. Magna Carta: Law, Liberty, Legacy está em exibição na Bibliotea até o dia 01 de setembro de 2015.
Além dos dois exemplares da Magna Carta que a biblioteca guarda, a exposição também apresenta um manuscrito da Declaração de Independência dos Estados Unidos de Thomas Jefferson, uma das cópias originais da Declaração de Direitos (Bill of Rights) dos cidadãos americanos, além de diversos documentos, pinturas, esculturas e outras relíquias.
Magna Carta: Law, Liberty, Legacy
PACCAR Gallery, The British Library, 96 Euston Road, NW1 2DB
Ingressos: £12 (adultos) podem ser adquiridos no website da British Library
]]>Vermeer na National Gallery
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https://www.londresparaprincipiantes.com/vermeer-na-national-gallery/#commentsFri, 28 Jun 2013 11:56:01 +0000http://www.londresparaprincipiantes.com/?p=13722Este post faz parte da Blogagem do Verão Europeu 2013, uma série de posts sobre o verão europeu que o Londres para principiantes, juntamente com outros blogs brasileiros de cidades europeias, está publicando. O tema desta semana é “Uma exposição de arte que você não pode perder” e eu escolhi a exposição de verão da National […]
]]>Este post faz parte da Blogagem do Verão Europeu 2013, uma série de posts sobre o verão europeu que o Londres para principiantes, juntamente com outros blogs brasileiros de cidades europeias, está publicando.
O tema desta semana é “Uma exposição de arte que você não pode perder” e eu escolhi a exposição de verão da National Gallery que explora a relação entre os pintores holandeses do século XVII, entre eles o mestre Vermeer, e a música.
Vermeer and Music, the Art of Love and Leisureé uma exposição pequena, mas reúne 5 dos 36 quadros de Vermeer conhecidos: dois da própria National Gallery de mulheres tocando virginais (que ficamos sabendo ser uma espécie de cravo), uma sentada e uma em pé, um da Coleção Real, “A aula de música”, um da Kenwood House, que está atualmente em empréstimo na National Gallery, “A tocadora de viola” e o último de um colecionador particular americano, “Jovem sentada ao virginal”.
Além dos quadros do mestre de Delft, estão sendo exibidas pinturas de outros contemporâneos de Vermeer mostrando a importância da música na sociedade holandesa de então. E o que dá um toque especial à exposição é que alguns dos instrumentos retratados nos quadros podem ser vistos em vitrines nas salas da mostra.
Além disso, para quem quer ouvir o que é “tocado” nos quadros, foram programados microconcertos com instrumentistas da Academy of Ancient Music. As apresentações têm a duração de 20 minutos e acontecem nos seguintes horários, durante o período da exposição (com exceção do dia 20 de julho):
Quintas-feiras: 11h00, 12h00, 13h00, 15h00, 16h00 e 17h00
Sextas-feiras: 15h00, 16h00, 17h00, 18h00 e 19h00
Sábados: 11h00, 12h00, 13h00, 15h00, 16h00 e 17h00
É muito fácil gostar dos quadros pintados por Vermeer, que retratam, em cenas singelas, mulheres executando tarefas cotidianas. A incidência da luz, normalmente vinda de uma janela posicionada à esquerda do quadro, e a maestria com que o artista trata as cores e os detalhes da cena tornaram Vermeer, embora muitos anos após sua morte, um dos dois pintores mais famosos da Era do Ouro holandesa.
E se você assistiu à “Moça com o brinco de pérola” tem ainda mais um motivo para querer ver de perto estes cinco quadros excepcionais reunidos para esta exposição.
Vermeer and Music, the Art of Love and Leisure
National Gallery – Sainsbury Wing
Trafalgar Square, London WC2N 5DN
Estações de metrô mais próxima: Leicester Square (linhas Northern e Piccadilly) e Charing Cross (linhas Northern e Bakerloo)
26 de junho a 8 de setembro
Ingressos para a exposição: £7,00 (à venda online aqui) – a entrada para visitar a coleção permanente da galeria é gratuita.
Fotos usadas com permissão da galeria
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